domingo, agosto 12, 2007

NAVIO ANGOLA

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Tipo ... Navio misto de 2 hélices
Construtor ... R. & W. Hawthorn, Leslie & Co. Ld.
Local construção ... Newcastle-on-Tyne - Inglaterra
Ano de construção ... 1948
Ano de abate ... 1974
Registo ... Capitania do porto de Lisboa, em 10 de Janeiro de 1949, com o número H 370
Sinal de código ... C S C R
Comprimento fora a fora ... 167,11 m
Boca máxima ... 20,50 m
Calado à proa ... 8,21 m
Calado à popa ... 8,21 m
Arqueação bruta ... 12.974,66 Toneladas
Arqueação Líquida ... 7.703,48 Toneladas
Capacidade ... 12.440 m3
Porte bruto ... 9.703 Toneladas
Aparelho propulsor ... Dois motores diesel, de 6 cilindros cada, modelo Doxford, construidos em 1948 por R. & W. Hawthorn, Leslie & Co. Ld. em Newcastle-on-Tyne.
Potência ... 13.000 cavalos
Velocidade máxima ... 18,0 nós
Velocidade normal ... 17,0 nós
Passageiros ... Alojamentos para 20 em classe de luxo, 69 em primeira classe, 141 em segunda, 98 em terceira e 413 em terceira suplementar, no total de 741 passageiros.
Tripulantes ... 212
Armador ... Companhia Nacional de Navegação - Lisboa
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sábado, agosto 11, 2007

NAVIO IMPÉRIO

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Tipo Navio ... misto de 2 hélices
Construtor ... John Brown & Ca.Ld
Local construção ... Clydebank - Glasgow - Escócia
Ano de construção ... 1948
Ano de abate ... 1974
Registo ... Capitania do porto de Lisboa, em 16 de Junho de 1948, com o número H 362
Sinal de código ... C S J E
Comprimento fora a fora ... 161,87 m
Boca máxima ... 20,83 m
Calado à proa ... 8,54 m
Calado à popa ... 8,54 m
Arqueação bruta ... 13.185,79 Toneladas
Arqueação Liacute; quida ... 7.758,63 Toneladas
Capacidade ... 11.230 m3
Porte bruto ... 10.734 Toneladas
Aparelho propulsor ... Dois grupos de turbinas, construidos em 1948 por John Brown &Ca.Ld. Duas caldeiras para 30 K/cm2 de pressão.
Potência ... 13.200 cavalos
Velocidade máxima ... 19 nós
Velocidade normal ... 17 nós
Passageiros ... Alojamentos para 18 em classe de luxo, 101 em primeira classe, 156 em segunda, 118 em terceira e 406 em terceira suplementar, no total de 799 passageiros.
Tripulantes ... 164
Armador ... Companhia Colonial de Navegação - Lisboa

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sexta-feira, agosto 10, 2007

NAVIO PÁTRIA

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Tipo ... Navio misto de 2 hélices
Construtor ... John Brown & Ca. Ld.
Local construção ... Clydebank - Glasgow - Escócia
Ano de construção ... 1947
Ano de abate ... 1973
Registo ... Capitania do porto de Lisboa, em 20 de Janeiro de 1948, com o número G 495
Sinal de código ... C S L X
Comprimento ... fora a fora 161,85 m
Boca máxima ... 20,83 m
Calado à proa ... 8,56 m
Calado à popa ... 8,56 m
Arqueação bruta ... 13.196,48 Toneladas
Arqueação Líquida ... 7.805,33 Toneladas
Capacidade ... 11.230 m3
Porte bruto ... 10.743 Toneladas
Aparelho propulsor ... Dois grupos de turbinas, construídos em 1947 por John Brown & Ca. Ld. Duas caldeiras para 30 K/cm2 de pressão.
Potência ... 13.200 cavalos
Velocidade máxima ... 18,5 nós
Velocidade normal ... 16,5 nós
Passageiros ... Alojamentos para 18 em classe de luxo, 96 em primeira classe, 160 em segunda, 118 em terceira e 406 em terceira suplementar, no total de 798 passageiros.
Tripulantes ... 167
Armador ... Companhia Colonial de Navegação - Lisboa



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quinta-feira, agosto 09, 2007

NAVIO PRÍNCIPE PERFEITO

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Tipo ... Navio de passageiros de 2 hélices
Ano de construção ... 1961
Ano de abate ... 1976
Comprimento ... fora a fora 190,4 m
Boca máxima ... 23,9 m
Arqueação bruta ... 19.393 Toneladas
Passageiros ... Alojamentos para 1.000 passageiros
Armador ... Companhia Nacional de Navegação - Lisboa


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domingo, abril 29, 2007

N/T SANTA MARIA - O ASSALTO

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... Em Janeiro de 1961 deu-se o assalto ao paquete "Santa Maria", incidente que na época notabilizou a contestação ao Governo de Oliveira Salazar, e introduziu a prática, depois muito difundida internacionalmente, de sequestrar navios e aviões com fins políticos.
O "Santa Maria" havia largado de Lisboa a 9 de Janeiro de 1961 em mais uma das suas viagens regulares à América Central, fazendo escala no porto venezuelano de La Guaira no dia 20.
Entre os passageiros embarcados neste porto, contava-se um grupo de 20 membros da DRIL - Direcção Revolucionária Ibérica de Libertação, organismo constituido por opositores aos regimes de Franco e Salazar, cujo comandante era o capitão Henrique Galvão, que embarcou clandestinamente no "Santa Maria" um dia depois, em Curaçau, com mais três elementos da DRIL. Galvão estava exilado na Venezuela desde Novembro de 1959, e em Julho de 1961 havia concluído os planos de assalto ao "Santa Maria".
Fora escolhido este paquete por ser muito superior aos diversos navios de passageiros espanhóis que na altura faziam a carreira da América Central. O capitão Galvão pretendia deslocar-se no "Santa Maria" até à colónia espanhola de Fernando Pó, no golfo da Guiné, cuja tomada permitiria em seguida efectuar um ataque a Luanda e iniciar, a partir de Angola, o derrube dos Governos de Lisboa e de Madrid.
Horas depois da largada de Curaçau, o "Santa Maria" navegava rumo a Port Everglades, na Florida, com 612 passageiros e 350 tripulantes, sob o comando do capitão da Marinha Mercante Mário Simões da Maia, quando, precisamente à 1 hora e 45 minutos da madrugada de 22 de Janeiro de1961, os 24 homens de Henrique Galvão tomaram conta da ponte de comando e da cabine de TSF, dominando os oficiais do navio.
O terceiro piloto João José Nascimento Costa ofereceu resistência aos assaltantes e foi morto a tiro. Pouco depois, o "Santa Maria" alterou o rumo para leste, procurando alcançar rapidamente o Atlântico. A 23 de Janeiro, o navio aproximou-se da ilha de Santa Lúcia e desembarcou, numa das lanchas a motor, 2 feridos graves com 5 tripulantes, comprometendo a possibilidade de atingir a costa de Africa sem ser detectado.
No dia 25, o paquete cruzou-se com um cargueiro dinamarquês, traindo a sua posição, o que permitiu a um avião norte-americano localizar o "Santa Maria" horas depois.
Finalmente a 2 de Fevereiro o "Santa Maria" fundeou no porto brasileiro do Recife, procedendo ao desembarque dos passageiros e tripulantes.
Chegou a ser considerado o afundamento do paquete, mas no dia seguinte os rebeldes entregaram-se às autoridades brasileiras, obtendo asilo político, ao mesmo tempo que o "Santa Maria" voltava à posse da Companhia Colonial de Navegação.

Os passageiros do paquete assaltado foram transferidos para o "Vera Cruz", que saiu do Recife a 5 de Fevereiro, chegando a Lisboa a 14 do mesmo mês, após escalar Tenerife, Funchal e Vigo. Por sua vez o "Santa Maria" largou do Recife a 7 de Fevereiro, entrando no Tejo, embandeirado em arco, a 16 e atracando a Alcântara...

... Independentemente dos aspectos políticos que na altura rodearam o caso "Santa Maria", este incidente acabou por fazer do navio o mais famoso dos paquetes portugueses.
Embora o "Infante Dom Henrique" e o "Príncipe Perfeito" fossem mais recentes, o "Santa Maria" era um navio de prestígio por excelência, situação a que não era estranho o facto de ser o único navio de passageiros português a manter uma ligação regular entre Portugal e os Estados Unidos da América.

Coincidindo com o desvio do "Santa Maria", deflagraram a 4 de Fevereiro, em Luanda, incidentes graves, seguidos, em Março, do começo da guerra no Norte de Angola.
O Governo de Lisboa decidiu enfrentar a situação, enviando a partir de Abril ràpidamente e em força importantes reforços militares. Esta decisão implicou, de imediato, a requisição de diversos paquetes e navios de carga afretados pelo Ministério do Exército para efectuarem o transporte de tropas e material de guerra.
A utilização esporádica para este fim de navios de passageiros portugueses vinha já do século XIX, passando a partir de 1961 a constituir uma das principais ocupações permanentes dos paquetes portugueses...


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sábado, abril 28, 2007

N/T SANTA MARIA - GERAL

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Tipo ... Navio de passageiros de 2 hélices
Construtor ... Société Anonyme John Cockerill
Local construção ... Hoboken - Bélgica
Ano de construção ... 1952
Ano de abate ... 1973
Registo ... Capitania do porto de Lisboa, em 9 de Novembro de 1953, com o número H 421
Sinal de código ... C S A L
Comprimento fora a fora ... 185,60 m
Boca máxima ... 23,09 m
Calado à proa ... 8,41 m
Calado à popa ... 8,41 m
Arqueação bruta ... 20.906,31 Toneladas
Arqueação Líquida ... 11.876,67 Toneladas
Capacidade ... 5.495 m3
Porte bruto ... 7.716 Toneladas
Aparelho propulsor ... Dois grupos de turbinas, construídos em 1953 pela Société Anonyme John Cockeryll, em Seraing, Bélgica. Seis caldeiras, para 32 K/cm2 de pressão.
Potência ... 25.500 cavalos
Velocidade máxima ... 22 nós
Velocidade normal ... 20 nós
Passageiros ... Alojamentos para 8 em classe de luxo, 148 em primeira classe, 226 em segunda classe, 200 em terceira e 600 em terceira suplementar, no total de 1182 passageiros.
Tripulantes ... 293
Armador ... Companhia Colonial de Navegação - Lisboa


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quarta-feira, abril 18, 2007

NAVIO VERA CRUZ

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Tipo ... Navio de passageiros de 2 hélices
Construtor ... Société Anonyme John Cockerill
Local construção ... Hoboken - Bélgica
Ano de construção ... 1951
Ano de abate ... 1973
Registo ... Capitania do porto de Lisboa, em 18 de Março de 1952, com o número H 409
Sinal de código ... C S A J
Comprimento fora a fora ... 185,80 m
Boca máxima ... 23,09 m
Calado à proa ... 8,44 m
Calado à popa ... 8,44 m
Arqueação bruta ... 21.765,27 Toneladas
Arqueação Líquida ... 12.603,48 Toneladas
Capacidade ... 5.495 m3
Porte bruto ... 7.832 Toneladas
Aparelho propulsor ... Dois grupos de turbinas, construídos em 1952 pela Société Anonyme John Cockeryll, em Seraing, Bélgica. Seis caldeiras, para 32 K/cm2 de pressão.
Potência ... 25.500 cavalos
Velocidade máxima ... 22 nós
Velocidade normal ... 20 nós
Passageiros ... Alojamentos para 8 em classe de luxo, 190 em primeira classe, 200 em segunda classe, e 844 em terceira, no total de 1242 passageiros.
Tripulantes ... 300
Armador ... Companhia Colonial de Navegação - Lisboa


Photo and Copyright Luis Miguel Correia
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terça-feira, abril 17, 2007

NAVIO INFANTE DOM HENRIQUE




Tipo ... Navio de passageiros de 2 hélices
Construtor ... Société Anonyme Cockerill-Ougrée
Local construção ... Hoboken - Bélgica
Ano de construção ... 1961
Ano de abate ... 1977 (Serviço estático em Sines 1977-86)
Comprimento fora a fora ... 195,6 m
Boca máxima ... 24,6 m
Pontal ... 14,3 m
Calado máximo ... 8,2 m
Deslocamento ... 24.406 Toneladas
Arqueação bruta ... 23.306 Toneladas
Porte bruto ... 11.179 Toneladas
Capacidade de carga ... 10.504 m3 de carga geral e frigorifica em 4 porões.
Aparelho propulsor ... Dois grupos de turbinas a vapor Westinghouse; 3 caldeiras.Para produção de energia: 3 tubogeradores e 1 gerador Diesel
Potência ... 22.000 SHP
Velocidade máxima ... 21 nós
Passageiros ... Alojamentos para 156 em primeira classe, 384 em turistica A, 478 em turistica B no total de 1.018 passageiros
Tripulantes ... 318
Armador ... Companhia Colonial de Navegação - Lisboa


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domingo, abril 15, 2007

sábado, abril 14, 2007

FARO DI CAPO CACCIA

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Questo faro che porta il numero 1418 nell'elenco Fari italiani si trova a circa 25 Km a ovest di Alghero, in Sardegna, Latitudine 40° 02' Nord, Longitudine 8°29' Est.
La sua collocazione è molto particolare: si trova in cima ad un dirupo, proprio al di sopra delle famose Grotte di Nettuno, una formazione geologica antichissima, scavata nella roccia a livello del mare, un trionfo di stalattiti e stalagmiti, raggiungibili via mare o a mezzo di un'interminabile a scalinata di 656 gradini, la "Escala del Cabriol", che parte proprio dal punto in cui inizia il sentiero verso il faro.
Qui si incontra un piccolo cancello verde con la solita targa gialla che recita "Zona Militare - Divieto di accesso" che, naturalmente, serve a dissuadere anche il più fanatico e curioso amante dei fari. l faro si trova proprio in cima allo strapiombo che segna l'estremità del golfo di Porto Conte, a picco sul mare ed è un grande caseggiato bianco a tre piani, avvolto nella gabbia di Farday che lo protegge dai fulmini e che gli da uno strano aspetto a quadretti. E' una costruzione imponente, sulla cui sommità svetta una torre di circa 24 metri che, sommati, all'altezza della scogliera, porta l'altezza totale del faro a 186 metri sul livello del mare e che fa di Capo Caccia il faro più alto d'Italia.

Sailling Channel

sexta-feira, abril 13, 2007

quinta-feira, abril 12, 2007

terça-feira, abril 10, 2007

quarta-feira, abril 04, 2007

LIGHTHOUSE IN BLUE

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Photo Anabela Subtil

terça-feira, abril 03, 2007

LIGHTHOUSE, THE PLATE, POINTE DU RAZ, BRITANNY

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Photo Boisecq

55 to 60 Knots of Wind

quinta-feira, março 29, 2007

PÊRO DA COVILHÃ 1450 - 1530

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1450 (?): Na Covilhã, ano provável do nascimento de Pêro da Covilhã. - 1468 (?): Ano provável em que Pêro da Covilhã, com 18 anos, parte para Sevilha, onde entrará ao serviço de D. Juan de Gusman, irmão do Duque de Medina-Sidónio. - 1474: Acompanhando D. Juan de Gusman regressa a Portugal; é admitido como moço de esporas de D. Afonso V, o qual irá mais tarde elevá-lo a escudeiro com direito a armas e cavalo. - 1476: Acompanhando D. Afonso V a Castela, participa na batalha de Toro. Segue depois para França, ainda acompanhando el-Rei que, em vão, fora pedinchar ofensiva de Luís XI contra Isabel e Fernando, os Reis Católicos de Espanha. - 1477: D. Afonso V renuncia à Coroa em favor de D. João II, seu filho. - 1481: Morte de D. Afonso V. - 1483: D. João II desmonta conspiração da nobreza contra si; execução pública do Duque de Bragança. Por incumbência de D. João II, Pêro da Covilhã espia os movimentos de fidalgos portugueses homiziados em Castela. - 1484: À punhalada, D. João II mata o duque de Viseu, seu cunhado; depois manda envenenar outro conspirador, D. Garcia de Meneses, bispo de Évora. - 1485: D. João II manda Pêro da Covilhã ao Magreb (norte de África) para firmar tratados de paz e amizade com os soberanos de Fez e Tremecém.

Por terra, D. João II manda António de Lisboa e Pedro Montarroio em busca do Preste João; por desconhecerem a língua árabe, os viajantes não conseguirão ir além da Terra Santa. - 1487: Partida, por terra, de Afonso de Paiva e Pêro da Covilhã rumo ao Egipto, Etiópia e Índia. Bartolomeu Dias dobra o Cabo da Boa Esperança. - 1488: Os dois viajantes alcançam Adem e separam-se; Afonso de Paiva vai em busca do Preste João e Pêro da Covilhã ruma para a Índia. -1489: Pêro da Covilhã em Sofala, na costa oriental da África. - 1491: No Cairo, Pêro da Covilhã reencontra o rabino de Beja. - 1494: Pêro da Covilhã no Reino do Preste. - 1508: Pêro da Covilhã é conselheiro da rainha Helena, que ocupou o trono do Reino do Preste. - 1520: Pêro da Covilhã conta as suas vivências no Reino do Preste e o Padre Francisco Álvares toma notas. - 1530 (?): Ano provável do falecimento de Pêro da Covilhã.

Fernando Correia da Silva

terça-feira, março 27, 2007

PEDRO ÁLVARES CABRAL 1467 - 1520

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1467(?): Nasce, talvez em Belmonte. Filho segundo do fidalgo Fernão Cabral. - Datas incertas: Por serviços vários de natureza militar é agraciado com tença por D. João II. Casa com D. Isabel de Castro, sobrinha de Afonso de Albuquerque. - 1500: Segunda expedição portuguesa à Índia: armada de 13 navios, com 1500 homens. D. Manuel I entrega o comando a Pedro Álvares Cabral. Este larga de Lisboa a 9 de Março. Descobre as Terras de Vera Cruz (Brasil) em 22 de Abril.
Naufrágios de quatro naus mas chega a Calecute a 13 de Setembro.
Não consegue a submissão do Samorim - 1501: Regressa ao Reino apenas com 5 navios, embora transportando avultada carga de especiarias. - 1502: Recusa comandar outra expedição à Índia. - 1509: Afastado do Paço, vive nas suas propriedades de Santarém. - 1515: Finalmente é-lhe atribuída tença como prémio pela sua descoberta do Brasil que começa a ser colonizado. - 1518: Nova tença, pelo mesmo motivo. - 1520 (?): Morre em Santarém.

Texto Fernando Correia da Silva

terça-feira, fevereiro 27, 2007

VASCO DA GAMA 1468 - 1524



1468 (?): Nascimento, talvez em Sines. Filho segundo do fidalgo Estêvão da Gama - 1497: A 8 de Julho parte de Lisboa comandando frota que irá descobrir o caminho marítimo para a Índia.
A 18 de Novembro dobra o Cabo da Boa Esperança. - 1498: A 20 de Maio chega a Calecute e enfrenta a hostilidade do respectivo Samorim.
A 5 de Outubro inicia a viagem de regresso . - 1499: Arriba a Lisboa em fins de Agosto; é recebido triunfalmente. - 1502/04: Segunda viagem à Índia.
Represálias contra o Samorim de Calecute.
Firma aliança com os reis de Cochim e Cananor, onde instala feitorias.
Regressa a Lisboa com carga avultada de especiarias. - 1524: Terceira viagem à Índia, já com o título de conde da Vidigueira e na qualidade de Vice-rei.
Tenta pôr fim a desmandos e abusos. A 25 de Dezembro morre em Cochim.
Texto Fernando Correia da Silva

domingo, fevereiro 25, 2007

sábado, fevereiro 24, 2007

FAROL DE SANTA MARTA, BRASIL



Mesmo com toda a tecnologia dos instrumentos de navegação atuais, os comandantes só ficam tranquilos quando avistam aqueles lampejos característicos, confirmando a posição secular do farol.
Além de conferir e calibrar os instrumentos de bordo, este farol, inaugurado em 1891, também avisa sobre a laje da Pedra do Campo Bom, através de um setor que emite luz vermelha. Nunca navegue em direção ao facho se este estiver vermelho, com certeza o perigo submerso estará em algum ponto entre você e o farol.
Situado ao sul de Laguna-SC, o Cabo de Santa Marta é um velho conhecido de surfistas e pescadores e conta com razoável estrutura turística. Já a partir da balsa, é possível avistar os golfinhos, famosos no local por indicar a presença de cardumes.
A lanterna do farol mede 3 metros de altura e 2,66m de diâmetro. Dali de dentro fica fácil entender como é que os cristais conseguem lançar a luz 46 milhas mar adentro!
Do Livro Fortes e Farois de Ricardo Siqueira