sábado, agosto 06, 2005

THE SAILOR



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Photo Chris

terça-feira, agosto 02, 2005

MORNING ON THE BEACH



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Photo Jaroslav

segunda-feira, agosto 01, 2005

CAPTURE IN A SEA



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Photo Pasquale

domingo, julho 31, 2005

MACQUARIE LIGHTHOUSE, AUSTRALIA





The Macquarie Lighthouse is Australia's first and longest operating navigational light.
There has been a navigational aid on this site since 1791 and a lighthouse since 1818.

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Lighthouses of New South Wales

sábado, julho 30, 2005

NORMAND TRIM



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Photo Jan

sexta-feira, julho 29, 2005

PORT DE BORDEAUX, FRANCE



Fortement dépendant des activités économiques, industrielles et agricoles, du Sud-ouest et de la qualité de ses liaisons ferrées et routières, il reçoit principalement des produits pétroliers et chimiques, des engrais manufacturés, de l’alimentation animale et exporte des céréales et oléagineux (le port de Bordeaux est le 1er port exportateur de maïs en Europe) et des produits forestiers.
Bien sûr, le Port de Bordeaux a aussi développé une offre « conteneurs » et permet des liaisons régulières avec 300 ports dans le monde. Pour traiter efficacement ces trafics, il exploite 6 terminaux spécialisés.
En 2004 le Port de Bordeaux investira environ 18 millions d’euros grâce à l’aide partielle de l’Etat, des collectivités territoriales et du FEDER, auxquels s’ajoutent les investissements réalisés par les entreprises travaillant sur le Port.
Le Port de Bordeaux gère, par ailleurs, un vaste domaine foncier.
Pour le valoriser, il développe, seul ou en partenariat avec des promoteurs, des plates-formes logistiques ou restructure des hangars anciens en pôles tertiaires.
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Photo Montoux

quinta-feira, julho 28, 2005

quarta-feira, julho 27, 2005

SOBRAS DE PALAMENTA VELHA



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Photo Anonimus

terça-feira, julho 26, 2005

TEAM ALINGHI VENCEDOR DO PORTUGAL MATCH CUP 2005





SKIPPERS - PETER HOLMBERG
Nome: Peter Holmberg
Equipa: Team Alinghi
Nacionalidade: Ilhas Virgens, EUA
Residência: Suíça

Resultados no Swedish Match Tour:
2000-01 — Vencedor do Swedish Match Tour
2004-05
3.º - Portugal Match Cup 04
2002-03
3º — Swedish Match Cup 03
2001-’02
1º — Taça Gold Colorcraft 01
1º — Taça Steinlager Line 7 ’02
1º — Taça Congressional ‘02
3º — Troféu Challenge Roberto Trombini ’01
3º — Open da Dinamarca ’01
3º — Taça ACI HT Cronet ’01
5º — Swedish Match Cup ’01
2000-’01
3º — Troféu Challenge Roberto Trombini ’00
7º — Open da Dinamarca ’00
7º — Taça Colorcraft Gold ’00

Tripulações Taça América que integrou:

Alinghi Team – Helmsman da Selecção Suíça para a Taça América em 2007
Oracle BMW Racing – Primeiro Helmsman, 2º lugar na Taça Louis Vuitton 2003
Team Dennis Conner – Tactician, 3º lugar na Louis Vuitton Cup 2000
Participações e Classificações:
1998 — Vencedor da Congressional Cup, Vencedor do Troféu Challenge Roberto Trombini Match Race
1997 — Vencedor do Troféu Challenge Roberto Trombini Match Race
1990 — Vencedor do Campeonato Mundial Maxi, Matador2
1988 — Medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Seul (classe Finn)
Peter Holmberg, aprendeu a velejar aos cinco anos e começou a competir a nível internacional aos nove. Depois de muitos anos de treino local nas Ilhas Virgens, Peter venceu a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Seul (1988), na classe Finn.
Esta foi a primeira e única medalha olímpica alguma vez ganha pelas Ilhas Virgens.
As suas aspirações relativamente à Taça América começaram em meados da década de 90, quando, em Março de 1996, Peter formou a Fundação Taça América das Ilhas Virgens.
Era uma ideia ambiciosa, com o objectivo não só de concorrer à Taça América mas também de fazer o reencontro da população local com a vela, promovendo desportos aquáticos e
respectivas carreiras, sendo as Ilhas Virgens forte destino turístico.
Esta Fundação juntou mais de quatro milhões de dólares, alcançou a aclamação internacional e ensinou a nadar centenas de habitantes locais através de programas públicos.
Depois de conquistada a medalha, Peter começou como profissional e desde então já venceu por duas vezes o Campeonato Mundial e um sem número de provas internacionais.
A sua entrada no circuito Match Racing deu-se em 1992, tendo chegado aos terceiro posto do ranking mundial sete anos depois. Peter Holmberg venceu o Swedish Match Tour 2001-02 de forma impressionante, com vitórias na Taça Bermuda Gold, Taça SteinlagerLine 7 e Congressional Cup.
Peter foi presidente da Associação de Vela das Ilhas Virgens e Comodoro do St. Thomas Yacht Club. Com os seus esforços para assinalar as Ilhas Virgens no mapa mundial, Peter espera encorajar mais habitantes das referidas ilhas na perseguição da excelência desportiva e no aumento do aproveitamento e respeito existentes no país no que diz respeito às actividades náuticas.
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Portugal Match Cup 2005

domingo, julho 24, 2005

A ESTRATÉGIA DECISIVA DO MATCH RACING



O Match Racing encerra uma componente estratégica decisiva, sendo que um dos objectivos é forçar a outra embarcação a cometer faltas e a ser penalizada.
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Portugal Match Cup 2005

sábado, julho 23, 2005

CLUBE NAVAL DE CASCAIS



O Clube Naval de Cascais desempenha também um papel na formação de jovens velejadores, tanto ao nível recreativo, como ao nível olímpico.
A práctica da vela adaptada, para individuos com deficiência, também se encontra contemplado, permitindo assim a práctica da vela a um universo mais abrangente.
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Portugal Match Cup 2005

sexta-feira, julho 22, 2005

CERIMÓNIA OFICIAL DO PORTUGAL MATCH CUP 2005



A cerimónia oficial de apresentação da Portugal Match Cup 2005 decorreu nas instalações do Centro Cultural de Cascais.
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Portugal Match Club 2005

quinta-feira, julho 21, 2005

VII SEMANA DE VELA, SETEMBRO 1948



Em 1948 decorre na baia de cascais a primeira competição de nível mundial, os Campeonatos do Mundo e Peninsular de Stars, como que a antever uma década seguinte de grande visibilidade / Actividade.
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Portugal Match Cup 2005

quarta-feira, julho 20, 2005

A TRADIÇÃO DA VELA NA MARINA DE CASCAIS



Desde 1890 que Cascais se habituou a organizar e a assistir a eventos de vela. Porém, só nos primeiros anos do século XX é que se realizaram os primeiros eventos de uma certa dimensão, em concreto as regatas oceânicas Leixões-Cascais de 1902, 1903 e 1904.
A segunda metade da década foi marcada por um período de grande instabilidade política (motivada pela queda da monarquia e implantação da república),

A deflagração da I Guerra Mundial e o subsequente período de depressão que se lhe seguiu nas outroras potências coloniais europeias, marcaram um período durante o qual a vela nacional não registou grandes progressos.

Em 1928, o Clube Náutico de Portugal lança a primeira classe de monotipos (os CNP), os quais proporcionavam regatas de um só tripulante em barcos iguais, pondo a prémio a perícia e habilidade do velejador, fazendo renascer a vela desportiva em Cascais.

Esta acção marca o começo da democratização da vela, pois é a primeira vez que ficam disponíveis embarcações de baixo custo acessíveis a um maior leque de velejadores. Prova disso são as mais de cinquenta embarcações desse tipo que chegaram a estar registadas no clube.

Em 1956 Cascais é escolhido como ponto de chegada da primeira regata oceânica para veleiros escola, na qual a participação portuguesa esteva a cargo do navio escola Sagres.




Portugal Match Cup 2005

terça-feira, julho 19, 2005

MARINA DE CASCAIS



Construída em 1998, a marina de Cascais está bem habilitada por forma a receber vários tipos de embarcações. Contando no seu interior com 650 postos de amarração, a Marina é animada por 100 espaços comerciais dedicados a áreas de restauração, náutica, utilidades e moda, sem dúvida uma mais valia para a dinamização cultural e turística da Zona.
No seu anteporto, em zona protegida pelo quebramar, a Marina pode receber iates de dimensões superiores ao que lhe é permitido alojar no interior, e que é de 36 metros de comprimento com um calado máximo permitido de 6 metros.
Na área técnica, os velejadores têm à sua disposição gruas e um pórtico de 70 toneladas, podendo proceder a operações de manutenção.
Pretendendo devolver a Cascais a sua tradicional e relevante importância no que concerne à actividade náutica, este é um projecto ambicioso, tanto ao nível dos serviços oferecidos, como da dinâmica imposta nas citadas actividades ligadas ao mar, nacional e internacional.
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Portugal Match Cup 2005

segunda-feira, julho 18, 2005

PORTUGAL MATCH CUP 2005

SWEDISH MATCH TOUR
CASCAIS, 19 A 24 DE JULHO
Abençoada com excelentes condições naturais, desde a última década do século XIX que Cascais se notabilizou na organização de eventos de vela, tanto a nível nacional como internacional.
Depois de ter recebido pela primeira vez, em 2004, uma etapa da Swedish Match Tour, Cascais irá receber novamente, de 19 a 24 de Julho, esta prova de vela de nível mundial. A PT Portugal Match Cup 2005 será o evento desportivo mais importante a ser realizado em Portugal durante este ano, sendo um dos mais mediáticos do mundo, já que serve como apuramento para a America's Cup.
As regatas de Match Racing têm como principal atractivo o facto de serem disputadas junto da costa, proporcionando um enorme espectáculo no qual se assiste em directo às lutas e trocas de posição entre os iates.
A proximidade entre as embarcações é um dos pontos espectaculares do Match Racing.
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Portugal Match Cup 2005

domingo, julho 17, 2005

ROBBIN ISLAND


A view at Capetown from Robbin Island

Robbin Island is a place, where Nelson Mandela and other political prisoners were held for a long long time.
I saw in this seagull a metaphor for changes that occurred in South Africa in the recent time.
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Photo and Text Igor

sábado, julho 16, 2005

RESGATADOS COM VIDA TRÊS MARINHEIROS NAUFRAGADOS A SEMANA PASSADA



Moscovo, 14 Jul (Lusa) - Três marinheiros que naufragaram a semana passada no Mar de Okhotsk foram hoje resgatados com vida numa balsa onde os socorristas encontraram o cadáver de um quarto marinheiro, segundo o Centro de Salvamento de Vladivostok, principal porto russo no Pacífico.
Os marinheiros faziam parte da tripulação da embarcação SP-13, que a semana passada naufragou durante uma tempestade quando navegava entre os portos de Magadan e Okhotsk.
Depois do naufrágio, os 10 tripulantes da embarcação conseguiram chegar a duas balsas, uma resgatada terça-feira com seis marinheiros e a segunda, encontrada hoje na baía de Ols, com os quatro restantes.
A embarcação, de 100 toneladas, partiu quinta-feira passada de Magadan, a cerca de 6.000 quilómetros de Moscovo, para uma viagem que deveria ser de dois dias, mas enviou um pedido de socorro sexta-feira e depois ficou incontactável.
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Texto Agencia Lusa 14JUL05
Photo Hiroaki
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Um agradecimento especial ao MARUJO do NAVIO NEGREIRO, que me enviou esta noticia.
Vai um abraço.

sexta-feira, julho 15, 2005

PORTO DE ABRIGO



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Photo Azlem

quarta-feira, julho 13, 2005

SINGLE BOAT



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Photo Anonimus

terça-feira, julho 12, 2005

NAVIO DE GUERRA



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Photo Baran

segunda-feira, julho 11, 2005

FAROL DE S JULIÃO








Perto da Foz do Rio Tejo existiu em tempos uma pequena ermida chamada de S. Gião, da qual deriva a designação da actual fortaleza, cuja construção, ao que parece, se iniciou em 1556, nos finais do reinado de D. João III.

Substancialmente aumentada de 1560 a 1568, parece ter sido demolida, poucos anos depois, para dar lugar a outra de maiores dimensões.

Este forte inclui-se entre os que Francisco de Holanda aconselhou D. Sebastião a fortificar, para defesa na Barra do Tejo, recomendando a sua remodelação e referindo, aliás,

««…que tanto tem custado sem estar acabado»»


É, porém, do sistema instalado em 1775, na sequência do alvará Pombalino, que se dispõe de elementos seguros: tratava-se de um aparelho de candeeiros de Argand com reflector, de reduzida eficiência. Tanto assim era que o farol seria sucessivamente modernizado.

O primeiro corpo da torre deste farol, contando de baixo, encerra uma casa de abóbada com porta para sul, de grades de ferro, que não pertence ao serviço do farol, mas sim ao governo da praça. Serviu aquela casa de prisão ao desditoso general Gomes Freire, e foi dali que ele marchou ao patíbulo.

Actualmente ainda serve de prisão a réus de graves delitos.

O segundo corpo da torre é aplicado ao serviço da igreja, e ali existem os sinos da freguesia de S. Julião que lhe fica fronteira.

O terceiro corpo, que pertence ao farol, tem uma porta na escada, que o torna separado do segundo, tendo-se aproveitado ultimamente um vão ao lado desta, que tinha uma divisão de madeira, para servir de oficina a este farol.

Em 1933, e por virtude da resolução da conferência de balizagem realizada em Lisboa, que bania as luzes fixas das balizagens marginando cidades ou povoações importantes, a luz do farol, que era fixa, branca, passou a ser de ocultações, de cor vermelha. Esta transformação importou em 16.500 francos franceses.

Para o efeito procedeu-se à sua electrificação, ligando-o à rede de distribuição pública de energia.

Foi automatizado em 1980, possuindo grupos electrogéneos de arranque automático em caso de falha de energia. Todas as funções vitais dispõem de equipamentos alternativos, dispensando a presença de faroleiros. Telecontrolado a partir de Paço de Arcos, o farol matem a óptica instalada em 1865, com uma lâmpada de halogéneos metálicos de 1.000 Watts, que lhe confere um alcance luminoso de 14 milhas.

É de ocultações de cor vermelha, com um período de 5 segundos.



Onde a Terra Acaba
História dos faróis Portugueses

domingo, julho 10, 2005

sábado, julho 09, 2005

ISLA HOLBOX, MEXICO



Isla Holbox is pronounced i-la holebosh - "x" in Mayan is pronounced "sh".

A well kept secret not known to many Mexicans outside of the Yucatan - Isla Holbox was settled by pirates who intermarried with local Mayans living in the area.
The descendants of the original 8 families still reside there today. Sort of like Pitcairn Island. Isla Holbox has 1600 +/- residents. It is a true island 7 miles north of the top tip of the Yucatan Peninsula about 40 miles NW of Cancun. It's approximately 7 miles long & 1 mile wide.
Its northern shore [facing the placid waters of the warm Gulf of Mexico] has become a secret hideout for Europeans, Canadians & Americans alike. Its like stepping back in time to the 50's or 60's.
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Photo Brane

terça-feira, julho 05, 2005

CAPE MEARS LIGHTHOUSE



1890
The Cape Mears lighthouse at 34 feet is one of the shortest on the west coast. The lighthouse placement is on a high rocky cliff making the light 217 feet above the ocean. The first order Henry Lapaute lens and 800,000 candlepower light is visible 21 miles at sea. The light was originally intended to be located on Cape Lookout but due to a map makers mistake in reversing the two names the construction was started on Cape Mears.
Since the lighthouse was already partially completed at the time of discovery of the error there was an obvious problem. To settle the dilemma, President Benjamin Harrison stepped in and settled the matter with his approval of the Cape Mears site.

domingo, julho 03, 2005

PRONTO PARA A FAINA



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Photo Barry

sexta-feira, julho 01, 2005

JET SKI



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Photo Angela

quinta-feira, junho 30, 2005

THE LIGHTHOUSE



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Photo Anonimus

terça-feira, junho 28, 2005

GRANDES MAQUINAS DE MAR



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Photo Anonimo

segunda-feira, junho 27, 2005

O VOO DA GAIVOTA



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Photo Andrea

domingo, junho 26, 2005

VELEJADOR



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Photo Bruce

sábado, junho 25, 2005

FUNDO DO MAR



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Photo Mauro

terça-feira, junho 21, 2005

CAVALO MARINHO



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Photo Christian

segunda-feira, junho 20, 2005

DUAL



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Photo Antony

domingo, junho 19, 2005

FAROL DE SANTA MARTA





Em 1880 o farol de Santa Marta, constituído por uma lanterna e um aparelho catóptrico vermelho, funcionava apenas como luz de direcção.

Dois anos mais tarde, a 3ª subcomissão da Comissão de Faróis e Balizas – encarregada da iluminação dos portos e balizagem e constituída por Arbués Moreira, António Maria dos Reis e Feire de Andrade – teceram algumas considerações sobre este farol.

Em 1908 substituiu-se o aparelho lenticular até então existente por um catadióptrico de 5ª ordem que ainda hoje ali se encontra montado. De luz fixa vermelha, o seu alcance luminoso era de 8 milhas.

Em 1936 procedeu-se a um aumento de 8 metros da altura da torre, a fim de conseguir que ela se distinguisse bem das novas construções que se vinham fazendo nas proximidades e que dificultavam grandemente a navegação que saía a barra Norte, principalmente durante a tarde. Custou esta obra 37.000$00.

O farol foi electrificado em 1953, tendo simultaneamente sido ali instalado um sistema automático de reserva de fonte luminosa funcionando por incandescência de acetileno, para permitir que o farol se mantivesse aceso em caso de falha de energia de rede :

«Em 1.VII.953 passará a funcionar em regime experimental, com as características seguintes :

Número : 59 na Lista de faróis.
Nome : Santa Marta
Posição : No forte de Santa Marta. Lat. 38º 41’ 20’’ N ; Long. 09º 25’ 11’’ W

Cor e carácter da luz : Vermelha. Ocultações.

Período e Fases : Ocultação 1,5 s , Luz 4,5 , Período 6,0 s

Alcance : 15 milhas


Observações : Na falta de corrente eléctrica, passará imediatamente a funcionar a incandescência a gás com alcance luminoso de 10 milhas (…)«


Onde a Terra Acaba
História dos Faróis Portugueses

sábado, junho 18, 2005

ROPE



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Photo Evan

sexta-feira, junho 17, 2005

FISHING



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Photo Andrei

quinta-feira, junho 16, 2005

THE STORM IS COMING...



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Photo Barkitos

quarta-feira, junho 15, 2005

THE DEEP



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Photo llan

domingo, junho 12, 2005

segunda-feira, junho 06, 2005

TWO BOATS, TWO WINNERS



Having established a new transatlantic race record between New York and the Lizard, UK, yesterday morning, the afternoon saw Robert Miller's Mari-Cha IV making an unexpected 20 knots up the English Channel towards the Needles and the finish line of the Rolex Transatlantic Challenge race.
The wind, forecast to drop off, held, and shortly before dusk, in a seascape so misty and overcast that it merged grey sky with grey sea, the high-tech schooner charged past the Needles Fairway buoy to the west of the Isle of Wight to take line honours, as well, in the Rolex Transatlantic Challenge. Mari-Cha IV crossed the finish line at 19:18:37 UTC, setting a course time between Ambrose Light (in the U.S.) and the Needles of 10 days, 1 hour, 8 minutes and 37 seconds.
This compares with Atlantic's time of 13 days, 10 hours and 15 minutes in the 1905 race for the Kaiser's Cup. Up the Channel, in hot pursuit of Mari-Cha IV, was Maximus, the new sloop of New Zealanders Charles Brown and Bill Buckley, who had passed the four-mile long gate off the Lizard at 19:18:37 UTC yesterday (1 June), making it to the Needles finish line at 00:35:08 UTC this morning (2 June), 5 hours 16 minutes and 31 seconds behind Mari-Cha IV. While this was disappointing for the crew, the consolation prize was a handicap win in the Grand-Prix division. In fact, Maximus's crew say that they weren't racing for handicap honours.
"We wanted to beat Mari-Cha IV on the water," maintains Mike Quilter, Maximus's ex-America's Cup and Whitbread round-the-world race navigator.
"I suppose that's human nature. You like to think you try hard, but in an arm wrestle, she (Mari-Cha IV) has too much muscle.
" On paper, the race seemed highly unfair between the 140-foot (43m) schooner Mari-Cha IV and the 100-foot (30.5m) sloop-rigged Maximus, but in the end, despite both boats suffering broken headboards or headboard cars at the top of their mainsails, rarely were they more than 40 miles apart.
Quilter attributed this to the conditions. "I think the conditions in the race suited us more than it suited her. It was light to begin with; then it was tricky upwind. So we were able to hang onto her." It was finally in the Channel that Mari-Cha IV was able to fully stretch her longer legs and leap ahead.
Even Maximus' designer Greg Elliott agrees: "Given another sort of race in different conditions, Mari-Cha may have stomped all over us." Mike Quilter was on board Mari-Cha IV when she set the passage record for the crossing of the North Atlantic two years ago and is one of the few people qualified to make a fair comparison between the two giants of the yacht racing world. "Mari-Cha IV feels like an aircraft carrier, and Maximus is like a big Open 60 (a lightweight performance racing yacht)," he says.
"Maximus did pretty well. We made it across and put on a good show, and the boat is obviously really fast. To me it surfs a lot quicker. For the transatlantic record on Mari Cha IV, she kept up a higher average speed, but on this boat we had fresh reaching conditions for 12 hours after the Gulf Stream, and we were regularly hitting 30 knots on the GPS every five or ten minutes.
Whereas, Mari-Cha IV keeps up a high average speed, but she doesn't have bursts like this little boat." The next boat due in to Cowes is the 151-foot (46.3m) Windrose, the first in Performance Cruising class 1.
She passed through the Lizard gate at 1135 UTC and is expected to cross the finish line Friday mid-morning. However, at present, it is the two Dubois 170-footers Drumbeat and Tiara that are leading on handicap. In the smaller Performance Cruising class 2, it is still Bugs Baer and William Hubbard III's 1970s-vintage maxi Tempest that is leading on handicap. On the 131-foot (39.9m) Sariyah, racing in Performance Cruising class 2, the crew report that charterers Cortwright Wetherill Jr., Jeff Gram and Sam Shipley are relieved to be passing the half-way stage of the race but enjoying the excitement of constant heavy-air reaching. In the Classic division, A. Robert Towbin's Sumurun is still leading on the water with 1,575 miles to go at noon today.
On board Carlo Falcone's Mariella, also in the Classics, Sophie Luther reported last night they were experiencing the calm before the storm. "It is pretty unbelievable that a system 600 miles across, with winds of 50 knots in it, is brewing." The change, even if not its extreme nature, will be welcome.
Mariella spent 12 hours on Tuesday becalmed. Luther continued: "The ballot on board closed today for the estimated time of arrival at the Lizard waypoint and to the Needles itself, and the results were published in Carlo's big black book. Merelita was the most hopeful, getting us in on the 9th June, which she says we will have to do not only so she gets free drinks when we get to Cowes but because we won't have any more food after this point.
Robin was the most pessimistic/realistic with late night 12th June." From on board the schooner Atlantic on the equivalent day of the Kaiser's Cup in 1905, Frederick Hoyt wrote: "We had a fine night and with a strong breeze and moderate sea we averaged over 14 knots an hour.
On coming on deck this morning a bright sun and long southwesterly swell and a strong breeze made a charming day. They put both staysails on her but with the wind increasing, they were up only for an hour, but we are going along in great shape and at noon today were only 213 miles from the Lizard, the finish of our race."
The Rolex Transatlantic Challenge is sponsored by Rolex and also by Moran Towing Corp., Sandy Hook Pilots, P&O Ports North America, and MedLink. The race is hosted by the New York Yacht Club with the support of the Royal Yacht Squadron. It is supported by the City of New York and Mayor Michael Bloomberg. Showboats International is the event's official marine publication; program sponsors include Rolex, North Fork Bank and Holland Jachtbouw. Jobson Sailing, Inc. is making a documentary of the Rolex Transatlantic Challenge to be aired on the Outdoor Life Network on Wednesday, September 28 at 1:00 am ET and again on September 28 at 10:00 pm ET and on Channel 13 (PBS) in New York at a date and time to be announced.
Listen to satellite telephone interviews from the Rolex Transatlantic Challenge: www.regattanews.com
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2, Rue des Terreaux,
CH-2000
Neuchâtel, Switzerland