domingo, maio 15, 2005

FAROL DO CABO DA ROCA



Erigido no ano de 1772 foi este um dos faróis previstos no alvará de 1 de Fevereiro de 1758 da Junta Geral da Fazenda do Reino.

Do equipamento que primitivamente nele foi instalado não nos chegou noticia, mas certamente se coaduna mal com as necessidades de sinalização daquele ponto da nossa costa continental.

O edifício em que assenta esta lanterna consta de uma pequena torre quadrangular construída em alvenaria, sobre a qual se eleva um sócco de cantaria de 1,90 m de altura, com oito faces de 1,91 m cada uma, para sustentar a lanterna.




Onde a Terra Acaba
História dos Faróis Portugueses

sábado, maio 14, 2005

FAROL DO CABO CARVOEIRO



O Farol do Cabo Carvoeiro, um dos mandados edificar pelo alvará com força de lei de 1 de Fevereiro de 1758, principiou a funcionar em 1790.

Alguns anos mais tarde, os roteiros referiam-se nestes termos à zona onde se encontra instalado :

“O Cabo Carvoeiro demora 17 milhas ao S 50º O do Faxo de S. Martinho, e he formado por uma ponta de rocha de mediana altura, cortada a pique, com huma pedra destacada pela parte de O., a que chamão a Nau (vede o Plano das Berlengas e Peniche). Hum farol elevado está construído no alto deste cabo, que se acha em 39º 21’,8 de lat., e 0º 16’,4 de long. Oc. A pequena distancia do farol há uma bateria denominada da Vittoria, por estar chegada á ermida do mesmo nome.”




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História dos Faróis Portugueses

quinta-feira, maio 12, 2005

FAROL DO PENEDO DA SAUDADE



Em 1947 foi completada a electrificação do farol, por meio da instalação de grupos electrogéneos; desta transformação resultou a passagem da primitiva fonte iluminante de vapor de petróleo a uma lâmpada de incandescência eléctrica de 100 volts, 6.000 watts.

Segundo o Aviso aos Navegantes que dava conta desta alteração, o alcance luminoso passava a ser de 46 milhas.

Em 1950 foram adicionados painéis aeromarítimos à óptica.

Nos trinta anos seguintes poucas alterações sofreu o farol, a não ser no aspecto do progressivo decréscimo de potência da lâmpada, que em 1966 era de 3.000 watts.

Em 1980 foi iniciada a sua automatização, que compreendeu a sua ligação à rede pública de distribuição de energia, a montagem de dois grupos electrogéneos de arranque automático, de dois motores de rotação do aparelho (um principal e outro de reserva, como é de norma), de um sistema de comutação de lâmpada em caso de fusão e de alarmes de falha das chamadas funções principais do farol – alimentação, rotação e lâmpada.

Actualmente funciona ainda com a óptica instalada em 1921, mas com uma lâmpada de halogéneos metálicos de 1.000 watts, alimentada a 120 volts, que lhe confere um alcance luminoso da ordem das 30 milhas, emitindo grupos de dois relâmpagos brancos de 15 em 15 segundos.




Onde a Terra Acaba
História dos Faróis Portugueses

terça-feira, maio 10, 2005

FAROL DE AVEIRO



O farol de Aveiro conquistou pelo menos duas vezes uma notoriedade talvez superior a muitos outros: viu o seu projecto descrito no catálogo preparado para a Exposição Universal de Chicago de 1893 e, decorrido 94 anos, foi um dos contemplados na emissão filatélica que os CTT promoveram, no âmbito de uma acção conjunta com a Direcção Geral do Património Cultural e a Direcção de faróis.
Nesta iniciativa se inseriu aquela que foi porventura a primeira exposição exclusivamente dedicada à temática dos faróis, realizada na Torre de Belém, em Julho de 1987.

Foi também quase por certo o primeiro farol Português a merecer, no mês de Dezembro desse mesmo ano, a honra de figurar na capa do Boletim que a Associação Internacional de Sinalização Marítima publica trimestralmente.



Onde a Terra Acaba
História dos Faróis Portugueses

quinta-feira, abril 28, 2005

FAROL DE ESPOSENDE II



"Em Dezembro de 1866 recebia a barra de espozende uma luz de porto ou farolim lenticular montado no seu respectivo candelabro de ferro, colocado no antigo forte à entrada da barra.
A luz é vermelha e tem um alcance de 7 a 8 milhas em boas condições atmosféricas. Esta obra foi feita pela nova oficina de faróis".
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C.A. Pinto Ferreira
"Breve Dissertação sobre Pharoes"
A propósito de uma visita à Exposição
Universal de Paris em 1867
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A verdade é que se tratava de uma luz rudimentar, como aliás fazia notar o presidente da Comissão de faróis e balizas, Conselheiro Guilhermino Augusto de Barros, no seu discurso inaugural no seio da Comissão a que presidia:
"(...) Os pharolins dos Concelhos de Vianna e esposende estão como é de uso ao ar livre, e nasceram de exigencias de ocasião, destinando-se o segundo a enfiar com uma luz que nunca se collocou".
Por curiosidade, esta primeira luz que existiu em Esposende, que podemos justamente considerar a percusora do farol, foi uma das primeiras alimentadas a petróleo instaladas no nosso país, em substituíção do azeite de oliveira até então empregado para iluminação.
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História dos Faróis Portugueses

terça-feira, abril 26, 2005

FAROL DE ESPOSENDE I



“Ao 58ºE, na distancia de 10 milhas do Cabo Vianna, está situada a Barra de Espozende na foz do rio Cavado, em cujas margens, e a pequena distancia da Costa estão a duas povoações de Espozende e Fão, quasi fronteiras e muito próximas, tendo cada huma um alto campanário, que as faz reconhecer.

Espozende he a principal povoação que contém 800 habitantes, e dá o noma á barra, a qual apenas pode receber pequenas embarcações, não tendo em prea-mar mais de 10 pl (7 pés) d’agoa; além de que os bancos desta barra soffrem grandes alterações com a força das correntes e dos ventos; chegando muitas vezes a obstruir-se a passagem; pelo que he indispensável hum piloto pratico.

Defronte de Fão na distancia de milha e meia da costa, estão situadas duas restingas de pedras à flor d’agoa, parallelas entre si, denominadas os Cavallos de Fão, ás quaes he necessário dar resguardo, não se aproximando à Costa em hum fundo menor de 15 br.; porém tendo passado os sobreditos rochedos para o S. , pode-se costear a terra por 10 ou 12 br. De fundo até defronte de Villa do Conde ou do Porto.”




Marino Miguel Franzini,
“Roteiro das Costas de Portugal, ou
instrucções náuticas para intelligencia
e uso da carta reduzida da mesma costa,
e dos planos particulares dos seus principaes
portos (1812)”




Bastará este trecho para fornecer-nos uma ideia aproximada das dificuldades que se deparavam aos navegantes junto da foz do rio Cavado, na falta de referências bastantes.
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História dos Faróis Portugueses

segunda-feira, abril 25, 2005

A ÍNSUA DE CAMINHA


A Ínsua de Caminha - fronteira de sinalização maritíma Portuguesa, desde que em 1886 ali foi instalado um farolim.
Em 1926 a fonte luminosa passou a ser a incandescência pelo vapor de petróleo e em 1947 a electricidade, na sequência da ligação do farol à rede pública de distribuição de energia; a lâmpada era de 3.000 Watts e garantia um alcance luminoso nominal de 40 milhas.
Após sucessivas modernizações, em 1987 a instalação eléctrica seria completamente remodelada e proceder-se-ia à automatização do farol, cuja característica é presentemente de 2 grupos de relâmpagos brancos, com um periodo de 9,5 segundos, possuindo um alcance luminoso de 22 milhas.
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História dos Faróis Portugueses

domingo, abril 24, 2005

CONTRA-ALMIRANTE JULIO ZEFERINO SHULTZ XAVIER



A acção deste ilustre engenheiro hidrógrafo da Armada, nascido em Alhandra em 1850, foi determinante na modernização dos faróis e na iluminação de zonas até então carentes de sinalização nocturna.

Sob o seu impulso, ao longo de catorze anos foram criadas 39 novas luzes e transformadas 13 das já existentes.

Entre os novos faróis então criados contam-se os de Aveiro, Cabo Raso e Ponta do Altar, Sagres, Ilhéu de Cima, Ferraria, Nazaré e Capelinhos, edificados no final do século passado e princípios do actual.

Suceder-lhes-iam, até aos anos vinte, os da Serreta e da Ponta das Lajes, da Ponta da Piedade, da Gibalta e do Esteiro, da Ribeirinha, da Ponta do Pargo, de Vila Real de Santo António, do Albarnaz, de Leça e de Gonçalo Velho.

Os da Ponta da Barca, das Contendas e da Ponta da Ilha viriam a ser construídos entre 1930 e 1946, já depois de atribuído este serviço à Direcção de Faróis, criada em 1924.
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História dos Faróis Portugueses

sábado, abril 23, 2005

CARTA DE FAROIS


CARTA ANEXA AO PLANO DE FAROLAGEM DE PEREIRA DA SILVA REPRESENTANDO A COBERTURA DO CONTINENTE POR ELE PROPOSTA.
De 1790 até 1835 decorreu um periodo de marasmo no que aos faróis diz respeito: Invasões Francesas, Guerra Peninsular, partida da corte para o Brasil, lutas sucessivas entre liberais e absolutistas, eis alguns dos factores determinantes para que a evolução deste sector se ressentisse gravemente.
até 1856 modernizam-se alguns - até aí dotados de sistemas catóptricos - , com a adopção dos aparelhos lenticulares de Fresnel, contando-se entre eles o do Cabo Mondego e o de S Julião da Barra.
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Onde a Terra Acaba
Historia dos farois Portugueses

sexta-feira, abril 22, 2005

VICE-ALMIRANTE FRANCISCO MARIA PEREIRA DA SILVA



Nascido em Lisboa no ano de 1813, elaborou em 1866 o mais antigo plano de farolagem Português, tendo sido o primeiro oficial da Armada a assumir a responsabilidade pelo serviço de faróis.
Com base no projecto de Pereira da Silva seriam edificados Esposende, Santa Maria, Ponta de S Lourenço, Ponta do Arnel e Cabo de Sines.
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Onde a Terra Acaba
Historia dos Farois Portugueses

quinta-feira, abril 21, 2005

PERSPECTIVA HISTÓRICA



Os farois encontram a sua origem em fogueiras acesas em pontos conspícuos da costa para orientação dos mareantes, fogos esses cuja manutenção era normalmente assegurada pelos religiosos das irmandades de conventos sobranceiros ao mar.
No nosso pais, provavelmente por esse facto, as primeiras luzes destinadas a orientar os navegantes nascem da iniciativa de prelados.
Sustentam uns que a mais antiga de todas terá sido mandada erigir pelo bispo D. Miguel da Silva em S. Miguel-o-Anjo, na foz do Rio Douro, junto do local em que hoje se ergue o farolim da Cantareira, um dos que definem o enfiamento de entrada da barra do Douro.
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Onde A Terra Acaba
Historia dos Farois Portugueses

terça-feira, abril 19, 2005

ONDE A TERRA ACABA E O MAR COMEÇA



Cabo da Roca, o ponto mais ocidental do Continente Europeu, que Camões tão belamente descreveu n'Os Lusíadas, como sendo o sitio "onde a terra acaba e o mar começa".

segunda-feira, abril 18, 2005

SINAL DE ESPERANÇA



Página de rosto do Alvará Pombalino de 1758, primeiro sinal de um esforço organizado tendente a dotar as costas do país de uma cobertura luminosa condigna.

Se a luz é o único antídoto contra as trevas, e a terra o único lugar firme perante a insegurança do mar, o farol não pode deixar de ser o símbolo da esperança. De uma esperança que não desfalece nem mesmo quando a morte está próxima. Ora a verdade é que a morte está sempre próxima.
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Onde a Terra Acaba
História dos faróis Portugueses

domingo, abril 17, 2005

POINT MONTARA LIGHTHOUSE



On the rugged California coast, just 25 miles south of San Francisco, sits the Point Montara Fog Signal and Light Station.

Established in 1875, the historic lighthouse and turn-of-the-century buildings have been preserved and restored by Hostelling International - American Youth Hostels and California State Parks, in cooperation with the U.S. Coast Guard.

Location :
25 miles south of San Francisco on California Highway 1 between Montara and Moss Beach, look for hostel signs.
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Fotografia Don

sábado, abril 16, 2005

A PESCA DE ARRASTO



A pesca de arrasto consiste em arrastar uma rede pesada pelo fundo do mar, capturando qualquer tipo de peixe. O problema, alerta a coligação, é que apanha também algas, corais, esponjas e outras espécies sem interesse comercial mas importantes para o equilíbrio do ecossistema.

Além disso, esses recifes de coral têm um ritmo de crescimento muito lento. "Se os corais foram danificados, podem levar centenas de anos a recuperar ou podem nem mesmo recuperar", disse Alex Rogers, da British Antartic Survey (Bas) à BBC online.

Actualmente existem onze países que utilizam a pesca de arrasto, entre eles Portugal, Espanha, Rússia e Nova Zelândia.

Os especialistas receiam que este tipo de actividade destrua os corais antes dos investigadores terem tempo para os estudar.

quinta-feira, abril 14, 2005

LONELY BOAT



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Fotografia Ahmet

quarta-feira, abril 13, 2005

CASTLE HILL LIGHTHOUSE



To help mariners through the East Passage of Narragansett Bay, Congress authorized $10,000 for the erection of a fog signal at Castle Hill in 1875. A year earlier the famous Harvard professor and zoologist Alexander Agassiz had built a large summer cottage at Castle Hill on the very property where the government wanted to put the signal.

Agassiz refused to sell his property. He and other local landowners did not want a fog bell sounding "at their very doors." In 1886 a lighthouse was proposed along with the fog bell at Castle Hill.


Agassiz finally sold a portion of his land to the Government, but then refused to grant the Government the right to pass through his property to the lighthouse site. Castle Hill is steep and rocky, and landing by boat is difficult. In 1888 Agassiz finally granted the right-of-way and construction began the following year.

terça-feira, abril 12, 2005

ULTIMA MANGA



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Fotografia Cory

segunda-feira, abril 11, 2005

AZENHAS DO MAR



Um pouco mais a norte de Sintra, ficam as Azenhas do Mar, um autêntico postal ilustrado, em que as casas descem em cascata pelo declive da arriba até ao mar.
A Sul, na Praia Grande, podemos divertir-nos a contar as 66 pegadas de dinossauros.

domingo, abril 10, 2005

PARADISE



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Fotografia Maria

sábado, abril 09, 2005

sexta-feira, abril 08, 2005

O PASSAR DE UM NAVIO



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Fotografia An

quinta-feira, abril 07, 2005

OCEANO NOX



Junto do mar, que erguia gravemente
A trágica voz rouca, enquanto o vento
Passava como o voo dum pensamento
Que busca e hesita, inquieto e intermitente,
..
..
Junto do mar sentei-me tristemente,
Olhando o céu pesado e nevoento,
E interroguei, cismando, esse lamento
Que saía das coisas, vagamente...
..
..
Que inquieto desejo vos tortura,
Seres elementares, força obscura?
Em volta de que ideia gravitais?
..
..
Mas na imensa extensão, onde se esconde
O Inconsciente imortal, só me responde
Um bramido, um queixume, e nada mais...
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Antero de Quental
Fotografia Damir

quarta-feira, abril 06, 2005

terça-feira, abril 05, 2005

BERLENGAS



Localizado a 5,7 milhas de distância do Cabo Carvoeiro, é composto por 3 grupos de ilhéus: Berlenga Grande, e recifes adjacentes, Estelas e Farilhões-Forcadas, todas de natureza geológica diferente da costa portuguesa.

A Berlenga Grande é a maior e única onde se pode viver tem uma área de 78,8 ha.

Possuía um clima que é influenciado por dois tipos de influências climáticas: a atlântica e a mediterrânea, o que proporciona características faunísticas e florísticas que fazem deste arquipélago um ecossistema único no mundo, derivado destes pontos foi criada a Reserva Natural da Berlenga em 03 de Setembro de 1981.

Chamada de Ilha de Saturno pelos historiadores da antiguidade, encerra esta muitas histórias, foi visitada e povoada por romanos, vikings, piratas ingleses, mouros e ingleses.

Em 1513 os monges da Ordem de S.Jerónimo fundaram o mosteiro da Misericórdia, que durante anos foram atacados por corsários até que foi votado ao abandono existindo hoje apenas uns muros e pedras soltas, onde foi construído o Restaurante Mar e Sol que se encontra no sitio exacto.

Mais tarde foi mandada erguer pelo Rei D.João IV a Fortaleza de S. João Baptista que viria a ser palco de inúmeras batalhas, até que em 1847 acabou por ser abandonada.

Neste arquipélago existem plantas que não existem em mais nenhum local do planeta que é o caso da Armeria berlengensis e Pulicaria microcephala.

Quanto à fauna são poucas as espécies de vertebrados não voadores presentes na ilha, sendo o caso da lagartixa de Bocage e sardão que se encontra em perigo devido a vários factores tais como o aumento de gaivotas, o coelho bravo e o rato-preto.

No caso de aves existem várias espécies que nidificam neste, tais como o corvo-marinho, pardela, várias espécies de gaivotas, o airo, entre outras não marinhas. Mas é no mar que está a maior riqueza do arquipélago, com as suas águas biologicamente ricas e que devem ser visitadas pois na costa portuguesa não se encontra igual.

Existem várias empresas que efectuam o transporte para a ilha, o qual está condicionado a 350 pessoas no total estipulado pela Portaria 270/90 de 10ABR.

Onde pernoitar:

Área de Campismo, Fortaleza e Restaurante Mar e Sol.

Pontos de interesse:
Trilho da natureza, pequena praia, visita às grutas, Fortaleza, mergulho, pesca à cana.
Restrições: Caça submarina, obrigatório andar nos trilhos, motos de água, animais e plantas.
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Reserva Natural da Berlenga

domingo, abril 03, 2005

NO FUNDO DO MAR



Quando te encontrares no fundo do mar
a recolher os cacos do teu coração
não te esqueças
que o amor ainda flutua a superfície
do mar...

e a dor ?

Isso é o que trazes na tua bagagem
Como estilhaços que flutuam no ar
e te atingem, assim . . .

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Poema Autor Desconhecido
Fotografia Craig

sexta-feira, abril 01, 2005

WAITING



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Fotografia Anónimo

quarta-feira, março 30, 2005

MARINHA MERCANTE



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Fotografia Allaattin

terça-feira, março 29, 2005

GARRAFA NO MAR



Em julho de 1995, li na revista Terra uma reportagem que me fascinou: duas garotas americanas, de férias em uma praia da Carolina do Norte, jogaram uma garrafa no mar com bilhetes dentro.

Sete meses depois, a garrafa foi achada por um garoto francês na costa da Bretanha. Achei aquilo sensacional! Pela ação das correntes marítimas, o minúsculo objeto atravessou o Atlântico e aproximou adolescentes de dois continentes, que não falavam o mesmo idioma. Isso numa época em que se navega nas ondas da internet com incrível rapidez...

Guardei a matéria e a reli inúmeras vezes pensando em escrever uma história sobre o tema. Na verdade, o que eu queria era refletir sobre a relação das pessoas com a tecnologia.
Penso que as máquinas existem para nos ajudar a viver melhor – ou, pelo menos, deveria ser essa sua função. Mas tem muita gente que se relaciona mais facilmente com o computador do que com a família...

Como não entendo nada de correntes marítimas, fui bater à porta de um oceanógrafo da Universidade de São Paulo (dr. Belmiro Mendes de Castro Filho, a quem agradeço no livro) e lhe perguntei de que ponto da costa brasileira minha personagem poderia jogar uma garrafa.
E até onde a garrafa chegaria. Ele me recebeu superbem e me deu uma aula sobre o assunto. Fiquei sabendo que o lugar ideal para o lançamento era o Nordeste – Ceará ou Rio Grande do Norte. E os destinos poderiam ser muitos: África, Golfo do México, Caribe, Nova Zelândia.

Quando o dr. Belmiro mencionou esse país, decidi que seria lá que a garrafa de Nara chegaria.
Escolhi jogá-la em Natal, porque conheço bem a cidade. É onde mora meu amigo Vavá (Valdemar Pedreira Filho, que inspirou o professor Valdir). Quanto à Nova Zelândia, estive lá fazendo uma reportagem para a revista Claudia em 1991 e me encantei com as belezas do país. Dr. Belmiro calculou o tempo que a garrafa demoraria para fazer o percurso: três anos. Era perfeito para o efeito que eu pretendia: entre 12 e 15 anos, uma garota muda muito!
Foi uma curtição escrever Uma garrafa no mar e, mais ainda, vê-lo ilustrado por Maurício Negro, que eu não conhecia.

Aproveitando fotos e mapas que eu lhe dei, ele fez várias colagens e criou ilustrações lindas!

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Texto Brasileiro

Isabel Vieira

Fotografia Paul

segunda-feira, março 28, 2005

A FAINA



Para ser grande, sê inteiro:nada
teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Pôe quanto és
no mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
brilha, porque alta vive.

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Ricardo Reis
Fotografia Bojan

sexta-feira, março 25, 2005

FAROL CABO MONDEGO, FIGUEIRA DA FOZ



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Fotografia José Luis Sousa
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FINISTERRA FEITO PELOS SEUS VISITANTES
Esta magnifica fotografia foi enviada por José Luis Sousa http://abeiramar.blogspot.com da Figueira da Foz.
O José Luis tem um album de fotografias soberbas, que é obrigatório visitar.
Obrigado José Luis pela colaboração e por ser visitante assíduo do Finisterra.

quinta-feira, março 24, 2005

A QUEDA DE UM FAROL






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Fotografia Jan

quarta-feira, março 23, 2005

MAIS UM FAROL



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Fotografia Anónimo

terça-feira, março 22, 2005

POLUIÇÃO



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Fotografia Anónimo

segunda-feira, março 21, 2005

MOZAMBIQUE



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Fotografia Frank

quinta-feira, março 17, 2005

segunda-feira, março 14, 2005

domingo, março 13, 2005

PONCE DE LEON INLET LIGHTHOUSE

Site Established: 1834
Current Bldg. Erected: 1886
Height of Light Structure: 176.5 ft.
Focal Plane of Light: 164.5 ft.
Active: Yes
Lens: First-Order Fresnel
Beacon Visibility: 18 miles

In 1569, Spanish Captain Antonio de Prado's expedition explored an ocean inlet in the northeast corner of present-day Florida that he christened "the Mosquitoes" because of the abundance of insects that greeted them.

Although this initial landing did not result in the establishment of a colony for Spain, after a short era of English control in the middle of the 18th century Spain regained this land in 1784.


The area soon flourished with plantations and the correlating commerce that followed created the need for a navigational aid for the shipping of goods.


In 1834, the U.S. Congress authorized the establishment of a lighthouse at Mosquito Inlet.


William H. Williams was appointed the first light keeper but never had the chance to carry out his duties because the oil needed to light the tower was not delivered to the location.

After a severe hurricane in 1835 and 18 months of no oil deliveries, Williams took his family away from the lighthouse, leaving it to the whims of ransacking Seminole Indians, who broke into the tower and beacon room and confiscated the reflectors used in the lens.


This action was the beginning on the Second Seminole War, and the Battle of Dunlawton soon followed a few weeks later. It was recorded that these Seminoles used the stolen reflectors in their headdresses at this battle. Upon the Seminole victory, the area and lighthouse were abandoned for more than 50 years.

A new and exquisite lighthouse was designed by Francis Hopkinson Smith and built at the north side of Mosquito Inlet in 1886 as the need continued for a beacon between St. Augustine and Cape Canaveral to combat the dangerous currents.


In 1897, Stephen Crane, famous author of the Civil War classic novel The Red Badge of Courage was shipwrecked off Mosquito Inlet and used this new, grand light to navigate his raft back to shore. Afterwards, he wrote the famous short story "The Open Boat" to commemorate his shipwreck experience.


As the area grew in population, the location name was changed in 1926 to Ponce de Leon Inlet in the hopes of helping the real-estate market with a more appealing name.


In 1933 the lighthouse tower received electricity and within a decade the grounds were used to house Coast Guardsmen in World War II, who watched and patrolled the shores for enemy submarines.


In 1970 the Coast Guard built another beacon south of the present lighthouse land and deeded the current land to the town of Ponce Inlet, spurring the founding of the Ponce de Leon Lighthouse Preservation Association. The association acquired the designation of a National Historic Landmark for the lighthouse in 1972 and reactivated the light in 1982.

Over the past 30 years the Ponce de Leon Lighthouse Preservation Association painstakingly restored this lighthouse to its former splendor and glory.

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Ponce Inlet, Florida

sábado, março 12, 2005

PENSACOLA



Established: in 1858
Lit: on January 1, 1859
Materials: brick with concrete, granite foundation
Tower height: 150 feet
Tower height above sea level: 191 feet
Lens Optic: First-Order Fresnel
Light visible: 27 miles
Number of steps to lens: 177
Light pattern: white every 20 seconds
Lighthouse automated: in 1965
It is the fourth tallest lighthouse in the US


In September 1822 the Florida legislature sent a petition to James Monroe, the President,which included the establishment of a lighthouse at Pensacola Bay. The federal governmentwas quick in transferring the lightship, Aurora Borealis from the mouth of the Mississippi Riverto Pensacola Bay and on June 22, 1823 the lightship was lit. The lightship had a fifty-foot mastwith a set of lamps on top. However, this was at best a temporary fix, Pensacola still needed a lighthouse.

The site selected for a lighthouse was a bluff west of Fort Barrancas and on December 20, 1824the new lighthouse was lit for the first time. This Pensacola Lighthouse was a short, round tower ofonly 30 feet in height and 18 feet in diameter at the base. The short tower was on a high bluff which added to it's total focal height. The total height of the tower, on the bluff, with the lantern on top putit at 75 feet above sea level. The lantern consisted of 10 whale oil lamps which flashed a beam of light from 15 to 20 miles out.

In 1852 the Lighthouse Board recommended a "first class seacoast light" for Pensacola. The existing lighthouse was little better than the local lights that were along the coast. They recommended the newlighthouse have a First-Order Fresnel lens, be a height of at least 150 feet and must be different from theMobile Point Lighthouse for ships at sea.

In 1856 a new site was selected for the second (and present) lighthouse in Pensacola. The original site wasnot a suitable place for the new tower and the new site was on the second bluff west of Fort Barrancas, aboutone half mile from the original lighthouse location. The new lighthouse was first lit on January 1, 1859 and was140 feet in height, 30 feet in diameter at it's base and 15 feet in diameter at the top. The lantern at the top wasa First-Order Fresnel Lens, giving the total height of the lighthouse the 150 feet required. The total height ofthe tower, the lens and the bluff it rested upon put the height 191 feet above sea level.

On January 10, 1861 Florida succeeded from the Union. The Union troops stationed at Fort Barrancasleft to stay at Fort Pickens across the bay, since they knew they were outnumbered by state forces.Florida and Alabama troops soon took control of all Federal property in Pensacola. The troops used thetower to spy on the Federal soldiers across the bay at Fort Pickens. On the night of April 12 the PensacolaLighthouse was extinguished by the Confederates, due to Union reinforcements landing across the bay at Fort Pickens. On this same night the Confederate Army fired upon the Union held Fort Sumter in Charleston,South Carolina. The war had begun.
On November 22, 1861 Fort Pickens fired across the bay at Fort Barrancas and the lighthouse. For 2 daysthe firing didn't stop and the lighthouse was hit by Union artillery but caused little damage. On December 20,1862 the lighthouse was once again lit and in the hands of the Union troops. The retreating Confederates destroyedmuch of Pensacola in their retreat, but the lighthouse remained in good condition.

In 1875 the lighthouse suffered 2 lightning strikes and was hit by a tornado in 1877.
In 1938 the Pensacola Lighthouse entered the electrical age and with this change the duties of a lighthouse keeperbecame much easier.

sexta-feira, março 11, 2005

QUEEN MARY II



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Fotografia Anónimo

quarta-feira, março 09, 2005

PROA DE NAVIO



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Fotografia Anónimo

segunda-feira, março 07, 2005

LIGHTHOUSE AT AFTERNOON



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Fotografia Anónimo

domingo, março 06, 2005

LIGHTHOUSE WEST QUODDY



Thomas Jefferson signed the order in 1806 authorizing construction of a lighthouse at West Quoddy.
The tower was finished in 1808, and guided ships through the Quoddy Narrows, between the U.S. and Canada, until 1858 when it was replaced with the current tower and keeper's house.

The lantern is fitted with a third-order fresnel lens. The distinctive red and white bands make this light picturesque and a popular photographic choice for calendars and commercials.

The light is located in Quoddy Head State Park, as far east as you can drive in the U.S.

quarta-feira, março 02, 2005

COQUILLE BY NIGHT



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Fotografia Anónimo

terça-feira, março 01, 2005

THE OREGON COAST - CITY OF COQUILLE



The City of Coquille is the Coos County seat and is nestled in a beautiful valley, set between the I-5 corridor and the Pacific Ocean along the beautiful Coquille River. The town offers many quaint shops, a one of a kind entertainment experience at the Sawdust Theatre, an annual Gay 90's celebration (celebrating the community's history which dates to the 1890's), and a 22 acre site which will soon begin development. We are currently working on a number of exciting economic development opportunities including Downtown Revitalization, Technology Expansion projects, Workforce Development issues, Youth Programs, and Strategic Planning initiatives. We offer an incredible quality of life with moderate climate, affordable housing, quality schools, advanced health and dental care including a modern hospital and medical clinic, vacant land packages abound and are ready for development, industrial property located within an Enterprise Zone, diverse recreational opportunities, and are within 20 minutes of the celebrated Bandon Dunes Golf Resort and within 30 minutes of Southwestern Oregon Community College.
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Fotografia Anónimo

domingo, fevereiro 27, 2005

FAROL AO AMANHECER



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Fotografia Anónimo

quinta-feira, fevereiro 24, 2005

A PRESENÇA DE UM FAROL



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Fotografia Anónimo

quarta-feira, fevereiro 23, 2005

PEDRAS DO MAR



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Fotografia Anónimo

domingo, fevereiro 20, 2005

LONG BEACH WASHIGTON LIGHTHOUSE



Long Beach Washington Peninsula Anchored on Washington’s southwestern-most coast, the Long Beach Peninsula is rich in tradition, raw beauty and award-winning lodging and dining establishments.
Surrounded by the Pacific Ocean, Columbia River and Willapa Bay, this favorite vacation destination is a refuge for migrating birds and people seeking the solace of a seaside retreat.
Attractions
Two lighthouses, military forts, museums and interpretive centers illuminate the Peninsula’s rich history. It is here, where the Columbia River and the Pacific Ocean meet, that Lewis and Clark realized President Jefferson's quest. Today’s visitors find a wealth of attractions to feed an inquisitive mind and an adventurous spirit.
Adventures
Festivals
Celebrations are held each month and every summer weekend. Notable are the Washington State International Kite Festival, SandSations sand sculpture competition, the Northwest Garlic Festival and 'Ocian in View'–a Lewis & Clark event held Veterans Day weekend. Click for the complete schedule.
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Fotografia Anónimo