
terça-feira, abril 19, 2005
ONDE A TERRA ACABA E O MAR COMEÇA

segunda-feira, abril 18, 2005
SINAL DE ESPERANÇA

Se a luz é o único antídoto contra as trevas, e a terra o único lugar firme perante a insegurança do mar, o farol não pode deixar de ser o símbolo da esperança. De uma esperança que não desfalece nem mesmo quando a morte está próxima. Ora a verdade é que a morte está sempre próxima.
domingo, abril 17, 2005
POINT MONTARA LIGHTHOUSE

Established in 1875, the historic lighthouse and turn-of-the-century buildings have been preserved and restored by Hostelling International - American Youth Hostels and California State Parks, in cooperation with the U.S. Coast Guard.
Location :
sábado, abril 16, 2005
A PESCA DE ARRASTO

Além disso, esses recifes de coral têm um ritmo de crescimento muito lento. "Se os corais foram danificados, podem levar centenas de anos a recuperar ou podem nem mesmo recuperar", disse Alex Rogers, da British Antartic Survey (Bas) à BBC online.
Actualmente existem onze países que utilizam a pesca de arrasto, entre eles Portugal, Espanha, Rússia e Nova Zelândia.
Os especialistas receiam que este tipo de actividade destrua os corais antes dos investigadores terem tempo para os estudar.
quinta-feira, abril 14, 2005
quarta-feira, abril 13, 2005
CASTLE HILL LIGHTHOUSE

Agassiz refused to sell his property. He and other local landowners did not want a fog bell sounding "at their very doors." In 1886 a lighthouse was proposed along with the fog bell at Castle Hill.
Agassiz finally sold a portion of his land to the Government, but then refused to grant the Government the right to pass through his property to the lighthouse site. Castle Hill is steep and rocky, and landing by boat is difficult. In 1888 Agassiz finally granted the right-of-way and construction began the following year.
terça-feira, abril 12, 2005
segunda-feira, abril 11, 2005
AZENHAS DO MAR

domingo, abril 10, 2005
sábado, abril 09, 2005
sexta-feira, abril 08, 2005
quinta-feira, abril 07, 2005
OCEANO NOX

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Antero de Quental
Fotografia Damir
quarta-feira, abril 06, 2005
terça-feira, abril 05, 2005
BERLENGAS

A Berlenga Grande é a maior e única onde se pode viver tem uma área de 78,8 ha.
Possuía um clima que é influenciado por dois tipos de influências climáticas: a atlântica e a mediterrânea, o que proporciona características faunísticas e florísticas que fazem deste arquipélago um ecossistema único no mundo, derivado destes pontos foi criada a Reserva Natural da Berlenga em 03 de Setembro de 1981.
Chamada de Ilha de Saturno pelos historiadores da antiguidade, encerra esta muitas histórias, foi visitada e povoada por romanos, vikings, piratas ingleses, mouros e ingleses.
Em 1513 os monges da Ordem de S.Jerónimo fundaram o mosteiro da Misericórdia, que durante anos foram atacados por corsários até que foi votado ao abandono existindo hoje apenas uns muros e pedras soltas, onde foi construído o Restaurante Mar e Sol que se encontra no sitio exacto.
Mais tarde foi mandada erguer pelo Rei D.João IV a Fortaleza de S. João Baptista que viria a ser palco de inúmeras batalhas, até que em 1847 acabou por ser abandonada.
Neste arquipélago existem plantas que não existem em mais nenhum local do planeta que é o caso da Armeria berlengensis e Pulicaria microcephala.
Quanto à fauna são poucas as espécies de vertebrados não voadores presentes na ilha, sendo o caso da lagartixa de Bocage e sardão que se encontra em perigo devido a vários factores tais como o aumento de gaivotas, o coelho bravo e o rato-preto.
No caso de aves existem várias espécies que nidificam neste, tais como o corvo-marinho, pardela, várias espécies de gaivotas, o airo, entre outras não marinhas. Mas é no mar que está a maior riqueza do arquipélago, com as suas águas biologicamente ricas e que devem ser visitadas pois na costa portuguesa não se encontra igual.
Existem várias empresas que efectuam o transporte para a ilha, o qual está condicionado a 350 pessoas no total estipulado pela Portaria 270/90 de 10ABR.
Onde pernoitar:
Área de Campismo, Fortaleza e Restaurante Mar e Sol.
Pontos de interesse:
Trilho da natureza, pequena praia, visita às grutas, Fortaleza, mergulho, pesca à cana.
Restrições: Caça submarina, obrigatório andar nos trilhos, motos de água, animais e plantas.
domingo, abril 03, 2005
NO FUNDO DO MAR

Quando te encontrares no fundo do mar
a recolher os cacos do teu coração
não te esqueças
que o amor ainda flutua a superfície
do mar...
e a dor ?
Isso é o que trazes na tua bagagem
Como estilhaços que flutuam no ar
e te atingem, assim . . .
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Poema Autor Desconhecido
Fotografia Craig
sexta-feira, abril 01, 2005
quarta-feira, março 30, 2005
terça-feira, março 29, 2005
GARRAFA NO MAR

Sete meses depois, a garrafa foi achada por um garoto francês na costa da Bretanha. Achei aquilo sensacional! Pela ação das correntes marítimas, o minúsculo objeto atravessou o Atlântico e aproximou adolescentes de dois continentes, que não falavam o mesmo idioma. Isso numa época em que se navega nas ondas da internet com incrível rapidez...
Guardei a matéria e a reli inúmeras vezes pensando em escrever uma história sobre o tema. Na verdade, o que eu queria era refletir sobre a relação das pessoas com a tecnologia.
Penso que as máquinas existem para nos ajudar a viver melhor – ou, pelo menos, deveria ser essa sua função. Mas tem muita gente que se relaciona mais facilmente com o computador do que com a família...
Como não entendo nada de correntes marítimas, fui bater à porta de um oceanógrafo da Universidade de São Paulo (dr. Belmiro Mendes de Castro Filho, a quem agradeço no livro) e lhe perguntei de que ponto da costa brasileira minha personagem poderia jogar uma garrafa.
E até onde a garrafa chegaria. Ele me recebeu superbem e me deu uma aula sobre o assunto. Fiquei sabendo que o lugar ideal para o lançamento era o Nordeste – Ceará ou Rio Grande do Norte. E os destinos poderiam ser muitos: África, Golfo do México, Caribe, Nova Zelândia.
Quando o dr. Belmiro mencionou esse país, decidi que seria lá que a garrafa de Nara chegaria.
Escolhi jogá-la em Natal, porque conheço bem a cidade. É onde mora meu amigo Vavá (Valdemar Pedreira Filho, que inspirou o professor Valdir). Quanto à Nova Zelândia, estive lá fazendo uma reportagem para a revista Claudia em 1991 e me encantei com as belezas do país. Dr. Belmiro calculou o tempo que a garrafa demoraria para fazer o percurso: três anos. Era perfeito para o efeito que eu pretendia: entre 12 e 15 anos, uma garota muda muito!
Foi uma curtição escrever Uma garrafa no mar e, mais ainda, vê-lo ilustrado por Maurício Negro, que eu não conhecia.
Aproveitando fotos e mapas que eu lhe dei, ele fez várias colagens e criou ilustrações lindas!
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Texto Brasileiro
Isabel Vieira
Fotografia Paul
segunda-feira, março 28, 2005
A FAINA

Para ser grande, sê inteiro:nada
teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Pôe quanto és
no mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
brilha, porque alta vive.
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Ricardo Reis
Fotografia Bojan
sexta-feira, março 25, 2005
FAROL CABO MONDEGO, FIGUEIRA DA FOZ

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Obrigado José Luis pela colaboração e por ser visitante assíduo do Finisterra.
quinta-feira, março 24, 2005
quarta-feira, março 23, 2005
terça-feira, março 22, 2005
segunda-feira, março 21, 2005
quinta-feira, março 17, 2005
segunda-feira, março 14, 2005
domingo, março 13, 2005
PONCE DE LEON INLET LIGHTHOUSE

Site Established: 1834
Current Bldg. Erected: 1886
Height of Light Structure: 176.5 ft.
Focal Plane of Light: 164.5 ft.
Active: Yes
Lens: First-Order Fresnel
Beacon Visibility: 18 miles
In 1569, Spanish Captain Antonio de Prado's expedition explored an ocean inlet in the northeast corner of present-day Florida that he christened "the Mosquitoes" because of the abundance of insects that greeted them.
Although this initial landing did not result in the establishment of a colony for Spain, after a short era of English control in the middle of the 18th century Spain regained this land in 1784.
The area soon flourished with plantations and the correlating commerce that followed created the need for a navigational aid for the shipping of goods.
In 1834, the U.S. Congress authorized the establishment of a lighthouse at Mosquito Inlet.
William H. Williams was appointed the first light keeper but never had the chance to carry out his duties because the oil needed to light the tower was not delivered to the location.
After a severe hurricane in 1835 and 18 months of no oil deliveries, Williams took his family away from the lighthouse, leaving it to the whims of ransacking Seminole Indians, who broke into the tower and beacon room and confiscated the reflectors used in the lens.
This action was the beginning on the Second Seminole War, and the Battle of Dunlawton soon followed a few weeks later. It was recorded that these Seminoles used the stolen reflectors in their headdresses at this battle. Upon the Seminole victory, the area and lighthouse were abandoned for more than 50 years.
A new and exquisite lighthouse was designed by Francis Hopkinson Smith and built at the north side of Mosquito Inlet in 1886 as the need continued for a beacon between St. Augustine and Cape Canaveral to combat the dangerous currents.
In 1897, Stephen Crane, famous author of the Civil War classic novel The Red Badge of Courage was shipwrecked off Mosquito Inlet and used this new, grand light to navigate his raft back to shore. Afterwards, he wrote the famous short story "The Open Boat" to commemorate his shipwreck experience.
As the area grew in population, the location name was changed in 1926 to Ponce de Leon Inlet in the hopes of helping the real-estate market with a more appealing name.
In 1933 the lighthouse tower received electricity and within a decade the grounds were used to house Coast Guardsmen in World War II, who watched and patrolled the shores for enemy submarines.
In 1970 the Coast Guard built another beacon south of the present lighthouse land and deeded the current land to the town of Ponce Inlet, spurring the founding of the Ponce de Leon Lighthouse Preservation Association. The association acquired the designation of a National Historic Landmark for the lighthouse in 1972 and reactivated the light in 1982.
Over the past 30 years the Ponce de Leon Lighthouse Preservation Association painstakingly restored this lighthouse to its former splendor and glory.
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Ponce Inlet, Florida
sábado, março 12, 2005
PENSACOLA

Established: in 1858
Lit: on January 1, 1859
Materials: brick with concrete, granite foundation
Tower height: 150 feet
Tower height above sea level: 191 feet
Lens Optic: First-Order Fresnel
Light visible: 27 miles
Number of steps to lens: 177
Light pattern: white every 20 seconds
Lighthouse automated: in 1965
It is the fourth tallest lighthouse in the US
The site selected for a lighthouse was a bluff west of Fort Barrancas and on December 20, 1824the new lighthouse was lit for the first time. This Pensacola Lighthouse was a short, round tower ofonly 30 feet in height and 18 feet in diameter at the base. The short tower was on a high bluff which added to it's total focal height. The total height of the tower, on the bluff, with the lantern on top putit at 75 feet above sea level. The lantern consisted of 10 whale oil lamps which flashed a beam of light from 15 to 20 miles out.
In 1852 the Lighthouse Board recommended a "first class seacoast light" for Pensacola. The existing lighthouse was little better than the local lights that were along the coast. They recommended the newlighthouse have a First-Order Fresnel lens, be a height of at least 150 feet and must be different from theMobile Point Lighthouse for ships at sea.
In 1856 a new site was selected for the second (and present) lighthouse in Pensacola. The original site wasnot a suitable place for the new tower and the new site was on the second bluff west of Fort Barrancas, aboutone half mile from the original lighthouse location. The new lighthouse was first lit on January 1, 1859 and was140 feet in height, 30 feet in diameter at it's base and 15 feet in diameter at the top. The lantern at the top wasa First-Order Fresnel Lens, giving the total height of the lighthouse the 150 feet required. The total height ofthe tower, the lens and the bluff it rested upon put the height 191 feet above sea level.
On January 10, 1861 Florida succeeded from the Union. The Union troops stationed at Fort Barrancasleft to stay at Fort Pickens across the bay, since they knew they were outnumbered by state forces.Florida and Alabama troops soon took control of all Federal property in Pensacola. The troops used thetower to spy on the Federal soldiers across the bay at Fort Pickens. On the night of April 12 the PensacolaLighthouse was extinguished by the Confederates, due to Union reinforcements landing across the bay at Fort Pickens. On this same night the Confederate Army fired upon the Union held Fort Sumter in Charleston,South Carolina. The war had begun.
On November 22, 1861 Fort Pickens fired across the bay at Fort Barrancas and the lighthouse. For 2 daysthe firing didn't stop and the lighthouse was hit by Union artillery but caused little damage. On December 20,1862 the lighthouse was once again lit and in the hands of the Union troops. The retreating Confederates destroyedmuch of Pensacola in their retreat, but the lighthouse remained in good condition.
In 1875 the lighthouse suffered 2 lightning strikes and was hit by a tornado in 1877.
In 1938 the Pensacola Lighthouse entered the electrical age and with this change the duties of a lighthouse keeperbecame much easier.
sexta-feira, março 11, 2005
quarta-feira, março 09, 2005
segunda-feira, março 07, 2005
domingo, março 06, 2005
LIGHTHOUSE WEST QUODDY

The lantern is fitted with a third-order fresnel lens. The distinctive red and white bands make this light picturesque and a popular photographic choice for calendars and commercials.
The light is located in Quoddy Head State Park, as far east as you can drive in the U.S.
quarta-feira, março 02, 2005
terça-feira, março 01, 2005
THE OREGON COAST - CITY OF COQUILLE

domingo, fevereiro 27, 2005
quinta-feira, fevereiro 24, 2005
quarta-feira, fevereiro 23, 2005
domingo, fevereiro 20, 2005
LONG BEACH WASHIGTON LIGHTHOUSE

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Fotografia Anónimo
sábado, fevereiro 19, 2005
sexta-feira, fevereiro 18, 2005
quinta-feira, fevereiro 17, 2005
segunda-feira, fevereiro 14, 2005
FAROL DE TRINIDAD

sexta-feira, fevereiro 11, 2005
quarta-feira, fevereiro 09, 2005
A ONDA
A onda anda lá pelo mar fora
Não sei aonde anda agora
Não sei mas vou perguntar
A uma onda que passar
A onda encontrou uma gaivota
Que lhe quis seguir a rota
Deu uma grande cambalhota
Mas a gaivota voou
A onda chorou, chorou
A onda está zangada com o atum
Que furou a onda...pum
E a onda já não nada
E não lhe serviu de nada
Ser onda tão viajada
A onda
Encontrou uma baleia
Estava escondida na areia
A ondaEncontrou um tubarão
E pregou-lhe um encontrão
Que levou o tubarão
A caminho do Japão
Foi lá ver o seu irmão
Vai a baleia na onda
Vai na onda o tubarão
Vai a pedra que é redonda
Vai também o matacão
Vai o camarão
Vai o mexilhão
E vai a sardinha
Arrastados na maré
Vai o caranguejo
E vai a santola
Vai o que eu não vejo
Vai rola que rola
Vai tudo fora de pé
A onda
Que era ainda pequenina
Fez-se onda grande na China
A China
Estava cheia de Chineses
A Inglaterra com Ingleses
A França com Franceses
Portugal com Portugueses
Vejam lá vocemeceses
A onda
Andava roda ondulada
Sem permanente nem nada
A onda
Encontrou o namorado
Que também estava ondulado
Lá foram de pingo dado
Lá no mar todo molhado
Que também estava ondulado
A onda
Leva tudo quanto quer
Leva homem ou mulher
A onda
Encontrou uma gaivota
Viu-lhe a meia toda rota
Por isso mudou de rota
É uma onda com batota
A onda
Leva uma alga marinha
Que roubou a outra ondinha
A onda
A nadar não se alterou
Nadou p'ra terra e nadou
Nadou para o alto mar
Sempre a nadar a nadar
A onda
Anda no mar alterado
Só lá pode andar a nado
Olha a onda que é redonda
Olha a terra que é quadrada
Foi p'ra rimar com a onda
Que eu dei esta calinada
A alga
Que a onda grande roubou
Verdinha da cor do mar
Anda a chorar coitadinha
Com saudades da ondinha
A onda
Encontrou uma sereia
Sentada numa baleia
A onda
Que conheci a baleia
Não tinha visto a sereia
Mas tinha uma vaga ideia
De a ter visto ao pé d'areia
A onda
Estava deitada na areia
A olhar p'ra lua cheia
A onda
Estava-lhe a pular o pé
P'ra vir atrás da maré
Apanhou um burrié
Deitou-lhe fora o boné
Tão má qu'esta onda é
...
...
Amália Rodrigues
Fotografia Anónimo
domingo, fevereiro 06, 2005
AZORES
sábado, fevereiro 05, 2005
AO PASSAR UM NAVIO
Todas as vozes
de todos os mundos
devem cantar
para sempre assim
e cedo passa a hora
e o sonho que tarda
e essa voz que chora
é só porque sabe...
que ao passar um navio
fica o mar sempre igual
ao passar uma vida
fica o sonho sempre igual
todas as vezes
em todos os mundos
devia amar-te
para sempre assim
e loge vai a hora
e o sonho que tarda
e essa voz que chora
é só porque sabe...
que ao passar um navio
fica o mar sempre igual
ao passar uma vida
fica o sonho sempre igual
vou passar um navio
ver o mar sempre igual
vou gastando uma vida
que o meu sonho é sempre igual!
...
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Delfins
Fotografia Anónimo























































































