quinta-feira, maio 26, 2005

PHOTOS OF ENTERED BOATS


ANEMOS
112 foot (34.1m) Swan sloop designed by German Frers.
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CARRERA
81 feet (24.7m) sloop.Reichel Pugh design. First yacht to finish the 2004 Newport Bermuda Race and most recently set a course record in the Fort Lauderdale-Key West Race.
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DRUMBEAT
The 174 foot (53m) Drumbeat was previously known in sailing circles as Salperton. Designed by Dubois, she is the sistership to Tiara, also entered in this race.
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LEOPARD
97-foot (29.4m)Reichel Pugh sloop.Current Records: Hoya Round the Island Race Record 2001 and Cowes - Dinard Race 2001. Won the Fastnet Rock Trophy in 2003 for Best Overall Performance in IRM.
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MARI-CHA IV
140 foot (42.6m) canting keel two-masted schooner. Designed by Clay Oliver, Greg Elliot, Philippe Briand, Mike Sanderson and Jef D'Etiveaud. Holds the transatlantic-passage record and 24-hour-distance record for monohull yachts.
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MARIELLA
80-foot (24.4m) Alfred Milne ketch built by Fife in 1939.
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MAXIMUS
A 100 foot (30.5m) carbon fiber super-maxi. Designed by Greg Elliott and Clay Oliver. Features include a retractable canting keel and a rotating wing mast.
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NORD WIND
88-feet (26.8m) composite ketch built in 1938 to the design of A. Gruber. Before World War II won the Fastnet Race and in the process set the course record (88 hours and 23 minutes) that stood for two decades.
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OCEAN PHOENIX
77-foot (23.6m) Rob Humphries-designed sloop.
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PALAWAN
75' (22.9m) sloop. Designed by Ted Hood for Tom Watson, the IBM chief. Under Joe Hoopes' stewardship wonclass in 2002 Bermuda Race.
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SARAYAH
130 foot (39.6m) ketch. Designed by S&S. Finished second in the Atlantic Challenge Cup, this race’s predecessor.
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SELENI
80 foot (24.5m) Swan sloop, a collaborative design of Nautor's Swan and German Frers
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SOJANA
The 115-foot (35m) ketch was designed by Farr for Peter Harrison, the America’s Cup syndicate leader from the U.K. She is designed to be a fast offshore racer and luxurious blue-water cruiser.
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STAD AMSTERDAN
252-foot (77m). Gerard Dijkstra & Partners design. Launched in 2000 as the first clipper ship built in 130 years.
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STAY CALM
70-foot (21.3m) Swan sloop designed by German Frers.
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SUMURUN
94-foot (28.7m) Fife ketch, built in 1914, won the Classic Division in the Atlantic Challenge Cup, this race’s predecessor. Owner is chair of Rolex Transatlantic Challenge.
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TEMPEST
80-foot (24.2m) ketch designed by Sparkman & Stephens in 1974, rebuilt in 2000. Third yacht to finish the DaimlerChrysler North Atlantic Challenge.
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TIARA
178-feet (54.3m). Second only to entrant Stad Amsterdam in size. Designed by Dubois and built by Alloy Yachts.
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WHIRLAWAY
140' (42.7m) sloop designed by Dubois and launched in 2002.
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WHISPER
116 (35.4m) designed by Ted Fontaine and launched in 2003.
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WINDROSE OF AMSTERDAN
A 151-foot (46m) schooner constructed in 2001. A Gerard Dijkstra & Partners design and built by Holland Jachtbouw.Holds the WSSR Performance Certificate for the fastest crossing of the Atlantic by a two-masted schooner.
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Key Partners Marketing Services (KPMS)
2,Rue des Terreaux,
CH-2000
Neuchâtel, Switzerland

quarta-feira, maio 25, 2005

REGATA ROLEX TRANSATLANTIC CHALLENGE II


MARI-CHA IV

O iate "Mari-Cha IV", com 141 pés, pertencente a Robert Miller e com Mike Sanderson como "Skipper", fez precisamente o mesmo percurso em 6 dias, 17 horas, 52 minutos e 39 segundos, a uma média de 18,05 nós, mas detém apenas o recorde de passagem do Atlântico. Ele será, no entanto, um dos maiores candidatos a bater o recorde da regata e Sanderson salienta que muito foi renovado desde a anterior travessia: " O Mari-Cha IV está mais leve e melhorámos muito o andamento à bolina".
Estes dois mastros de 42,6 metros são todos em carbono, foi construído em 2003 nos estaleiros JMV, em Cherburgo, França, e desenhado por uma equipa mista de neozelandeses e franceses: Clay Oliver, Greg Elliot, Phillipe Briand e jef D'Etiveaud.
Os objectivos eram o de lançar à água o monocasco mais rápido do planeta e parece que o conseguiram, já que está preparado para velocidades acima dos 40 nós.
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Revista Unica-Expresso


terça-feira, maio 24, 2005

REGATA ROLEX TRANSATLANTIC CHALLENGE I





12 dias, 4 horas, 1 minuto e 19 segundos:
eis o velho recorde de cem anos a bater pelos veleiros.


Vinte e um dos maiores e mais rápidos veleiros em todo o mundo largaram no sábado passado, de Nova Iorque, pelas 14 horas locais, rumo a Lizard, na Inglaterra, para participarem na Rolex Transatlantic Challenge, uma regata de mais de três mil milhas recheadas de aventura.

O objectivo principal é bater um recorde já com cem anos (o mais antigo na vela) e que pertence à escuna “Atlantic”, comandada em 1905 por Charlie Barr, que nessa travessia gastou 12 dias, 4 horas, 1 minuto e 19 segundos para cumprir o mesmo trajecto.

A passagem do Atlântico Norte foi sempre um pólo de disputa, vivido com algum romantismo à mistura.

Primeiro, eram os grandes veleiros que anunciavam em parangonas os seus recordes de travessia, no intuito de cativar comerciantes e passageiros com a rapidez do serviço.




Revista Unica-Expresso

terça-feira, maio 17, 2005

FAROL DO CABO RASO



O Plano geral de Alumiamento e Balizagem do Continente de 1883 previa a instalação no Cabo Raso de uma luz de porto constituída por um aparelho de 4ª ordem, produzindo clarões de minuto a minuto, com um candeeiro de duas torcidas, garantindo 19 milhas de alcance luminoso em estado médio e 10 em estado brumoso.
Incluía também a observação seguinte: "Emprega-se o apparelho optico que existe no deposito da Direcção Geral dos Correios, Telegraphos e Pharoes."
Assim se conservou esta primeira luz do Cabo Raso até 1915, data em que seria instalada a torre metálica que ainda hoje ali existe: "A luz vermelha instalada no angulo sul da casa do faroleiro foi substituída por um farolim de luz vermelha, o qual consta de uma torre de ferro pintada de vermelho, situada no forte de S. Braz e contígua à mesma casa do faroleiro, encimada por um aparelho iluminante de 5ª ordem com o alcance de 9 milhas.
O plano focal fica 19 metros acima do nível do mar e 16 metros acima do sólo.
A luz pode ser marcada desde 11º SW até 43º NW por S., E. e N.
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Onde a Terra Acaba
história dos Faróis Portugueses

domingo, maio 15, 2005

FAROL DO CABO DA ROCA



Erigido no ano de 1772 foi este um dos faróis previstos no alvará de 1 de Fevereiro de 1758 da Junta Geral da Fazenda do Reino.

Do equipamento que primitivamente nele foi instalado não nos chegou noticia, mas certamente se coaduna mal com as necessidades de sinalização daquele ponto da nossa costa continental.

O edifício em que assenta esta lanterna consta de uma pequena torre quadrangular construída em alvenaria, sobre a qual se eleva um sócco de cantaria de 1,90 m de altura, com oito faces de 1,91 m cada uma, para sustentar a lanterna.




Onde a Terra Acaba
História dos Faróis Portugueses

sábado, maio 14, 2005

FAROL DO CABO CARVOEIRO



O Farol do Cabo Carvoeiro, um dos mandados edificar pelo alvará com força de lei de 1 de Fevereiro de 1758, principiou a funcionar em 1790.

Alguns anos mais tarde, os roteiros referiam-se nestes termos à zona onde se encontra instalado :

“O Cabo Carvoeiro demora 17 milhas ao S 50º O do Faxo de S. Martinho, e he formado por uma ponta de rocha de mediana altura, cortada a pique, com huma pedra destacada pela parte de O., a que chamão a Nau (vede o Plano das Berlengas e Peniche). Hum farol elevado está construído no alto deste cabo, que se acha em 39º 21’,8 de lat., e 0º 16’,4 de long. Oc. A pequena distancia do farol há uma bateria denominada da Vittoria, por estar chegada á ermida do mesmo nome.”




Onde a Terra Acaba
História dos Faróis Portugueses

quinta-feira, maio 12, 2005

FAROL DO PENEDO DA SAUDADE



Em 1947 foi completada a electrificação do farol, por meio da instalação de grupos electrogéneos; desta transformação resultou a passagem da primitiva fonte iluminante de vapor de petróleo a uma lâmpada de incandescência eléctrica de 100 volts, 6.000 watts.

Segundo o Aviso aos Navegantes que dava conta desta alteração, o alcance luminoso passava a ser de 46 milhas.

Em 1950 foram adicionados painéis aeromarítimos à óptica.

Nos trinta anos seguintes poucas alterações sofreu o farol, a não ser no aspecto do progressivo decréscimo de potência da lâmpada, que em 1966 era de 3.000 watts.

Em 1980 foi iniciada a sua automatização, que compreendeu a sua ligação à rede pública de distribuição de energia, a montagem de dois grupos electrogéneos de arranque automático, de dois motores de rotação do aparelho (um principal e outro de reserva, como é de norma), de um sistema de comutação de lâmpada em caso de fusão e de alarmes de falha das chamadas funções principais do farol – alimentação, rotação e lâmpada.

Actualmente funciona ainda com a óptica instalada em 1921, mas com uma lâmpada de halogéneos metálicos de 1.000 watts, alimentada a 120 volts, que lhe confere um alcance luminoso da ordem das 30 milhas, emitindo grupos de dois relâmpagos brancos de 15 em 15 segundos.




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História dos Faróis Portugueses

terça-feira, maio 10, 2005

FAROL DE AVEIRO



O farol de Aveiro conquistou pelo menos duas vezes uma notoriedade talvez superior a muitos outros: viu o seu projecto descrito no catálogo preparado para a Exposição Universal de Chicago de 1893 e, decorrido 94 anos, foi um dos contemplados na emissão filatélica que os CTT promoveram, no âmbito de uma acção conjunta com a Direcção Geral do Património Cultural e a Direcção de faróis.
Nesta iniciativa se inseriu aquela que foi porventura a primeira exposição exclusivamente dedicada à temática dos faróis, realizada na Torre de Belém, em Julho de 1987.

Foi também quase por certo o primeiro farol Português a merecer, no mês de Dezembro desse mesmo ano, a honra de figurar na capa do Boletim que a Associação Internacional de Sinalização Marítima publica trimestralmente.



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História dos Faróis Portugueses

quinta-feira, abril 28, 2005

FAROL DE ESPOSENDE II



"Em Dezembro de 1866 recebia a barra de espozende uma luz de porto ou farolim lenticular montado no seu respectivo candelabro de ferro, colocado no antigo forte à entrada da barra.
A luz é vermelha e tem um alcance de 7 a 8 milhas em boas condições atmosféricas. Esta obra foi feita pela nova oficina de faróis".
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C.A. Pinto Ferreira
"Breve Dissertação sobre Pharoes"
A propósito de uma visita à Exposição
Universal de Paris em 1867
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A verdade é que se tratava de uma luz rudimentar, como aliás fazia notar o presidente da Comissão de faróis e balizas, Conselheiro Guilhermino Augusto de Barros, no seu discurso inaugural no seio da Comissão a que presidia:
"(...) Os pharolins dos Concelhos de Vianna e esposende estão como é de uso ao ar livre, e nasceram de exigencias de ocasião, destinando-se o segundo a enfiar com uma luz que nunca se collocou".
Por curiosidade, esta primeira luz que existiu em Esposende, que podemos justamente considerar a percusora do farol, foi uma das primeiras alimentadas a petróleo instaladas no nosso país, em substituíção do azeite de oliveira até então empregado para iluminação.
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História dos Faróis Portugueses

terça-feira, abril 26, 2005

FAROL DE ESPOSENDE I



“Ao 58ºE, na distancia de 10 milhas do Cabo Vianna, está situada a Barra de Espozende na foz do rio Cavado, em cujas margens, e a pequena distancia da Costa estão a duas povoações de Espozende e Fão, quasi fronteiras e muito próximas, tendo cada huma um alto campanário, que as faz reconhecer.

Espozende he a principal povoação que contém 800 habitantes, e dá o noma á barra, a qual apenas pode receber pequenas embarcações, não tendo em prea-mar mais de 10 pl (7 pés) d’agoa; além de que os bancos desta barra soffrem grandes alterações com a força das correntes e dos ventos; chegando muitas vezes a obstruir-se a passagem; pelo que he indispensável hum piloto pratico.

Defronte de Fão na distancia de milha e meia da costa, estão situadas duas restingas de pedras à flor d’agoa, parallelas entre si, denominadas os Cavallos de Fão, ás quaes he necessário dar resguardo, não se aproximando à Costa em hum fundo menor de 15 br.; porém tendo passado os sobreditos rochedos para o S. , pode-se costear a terra por 10 ou 12 br. De fundo até defronte de Villa do Conde ou do Porto.”




Marino Miguel Franzini,
“Roteiro das Costas de Portugal, ou
instrucções náuticas para intelligencia
e uso da carta reduzida da mesma costa,
e dos planos particulares dos seus principaes
portos (1812)”




Bastará este trecho para fornecer-nos uma ideia aproximada das dificuldades que se deparavam aos navegantes junto da foz do rio Cavado, na falta de referências bastantes.
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História dos Faróis Portugueses

segunda-feira, abril 25, 2005

A ÍNSUA DE CAMINHA


A Ínsua de Caminha - fronteira de sinalização maritíma Portuguesa, desde que em 1886 ali foi instalado um farolim.
Em 1926 a fonte luminosa passou a ser a incandescência pelo vapor de petróleo e em 1947 a electricidade, na sequência da ligação do farol à rede pública de distribuição de energia; a lâmpada era de 3.000 Watts e garantia um alcance luminoso nominal de 40 milhas.
Após sucessivas modernizações, em 1987 a instalação eléctrica seria completamente remodelada e proceder-se-ia à automatização do farol, cuja característica é presentemente de 2 grupos de relâmpagos brancos, com um periodo de 9,5 segundos, possuindo um alcance luminoso de 22 milhas.
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História dos Faróis Portugueses

domingo, abril 24, 2005

CONTRA-ALMIRANTE JULIO ZEFERINO SHULTZ XAVIER



A acção deste ilustre engenheiro hidrógrafo da Armada, nascido em Alhandra em 1850, foi determinante na modernização dos faróis e na iluminação de zonas até então carentes de sinalização nocturna.

Sob o seu impulso, ao longo de catorze anos foram criadas 39 novas luzes e transformadas 13 das já existentes.

Entre os novos faróis então criados contam-se os de Aveiro, Cabo Raso e Ponta do Altar, Sagres, Ilhéu de Cima, Ferraria, Nazaré e Capelinhos, edificados no final do século passado e princípios do actual.

Suceder-lhes-iam, até aos anos vinte, os da Serreta e da Ponta das Lajes, da Ponta da Piedade, da Gibalta e do Esteiro, da Ribeirinha, da Ponta do Pargo, de Vila Real de Santo António, do Albarnaz, de Leça e de Gonçalo Velho.

Os da Ponta da Barca, das Contendas e da Ponta da Ilha viriam a ser construídos entre 1930 e 1946, já depois de atribuído este serviço à Direcção de Faróis, criada em 1924.
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História dos Faróis Portugueses

sábado, abril 23, 2005

CARTA DE FAROIS


CARTA ANEXA AO PLANO DE FAROLAGEM DE PEREIRA DA SILVA REPRESENTANDO A COBERTURA DO CONTINENTE POR ELE PROPOSTA.
De 1790 até 1835 decorreu um periodo de marasmo no que aos faróis diz respeito: Invasões Francesas, Guerra Peninsular, partida da corte para o Brasil, lutas sucessivas entre liberais e absolutistas, eis alguns dos factores determinantes para que a evolução deste sector se ressentisse gravemente.
até 1856 modernizam-se alguns - até aí dotados de sistemas catóptricos - , com a adopção dos aparelhos lenticulares de Fresnel, contando-se entre eles o do Cabo Mondego e o de S Julião da Barra.
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Historia dos farois Portugueses

sexta-feira, abril 22, 2005

VICE-ALMIRANTE FRANCISCO MARIA PEREIRA DA SILVA



Nascido em Lisboa no ano de 1813, elaborou em 1866 o mais antigo plano de farolagem Português, tendo sido o primeiro oficial da Armada a assumir a responsabilidade pelo serviço de faróis.
Com base no projecto de Pereira da Silva seriam edificados Esposende, Santa Maria, Ponta de S Lourenço, Ponta do Arnel e Cabo de Sines.
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Historia dos Farois Portugueses

quinta-feira, abril 21, 2005

PERSPECTIVA HISTÓRICA



Os farois encontram a sua origem em fogueiras acesas em pontos conspícuos da costa para orientação dos mareantes, fogos esses cuja manutenção era normalmente assegurada pelos religiosos das irmandades de conventos sobranceiros ao mar.
No nosso pais, provavelmente por esse facto, as primeiras luzes destinadas a orientar os navegantes nascem da iniciativa de prelados.
Sustentam uns que a mais antiga de todas terá sido mandada erigir pelo bispo D. Miguel da Silva em S. Miguel-o-Anjo, na foz do Rio Douro, junto do local em que hoje se ergue o farolim da Cantareira, um dos que definem o enfiamento de entrada da barra do Douro.
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Onde A Terra Acaba
Historia dos Farois Portugueses

terça-feira, abril 19, 2005

ONDE A TERRA ACABA E O MAR COMEÇA



Cabo da Roca, o ponto mais ocidental do Continente Europeu, que Camões tão belamente descreveu n'Os Lusíadas, como sendo o sitio "onde a terra acaba e o mar começa".

segunda-feira, abril 18, 2005

SINAL DE ESPERANÇA



Página de rosto do Alvará Pombalino de 1758, primeiro sinal de um esforço organizado tendente a dotar as costas do país de uma cobertura luminosa condigna.

Se a luz é o único antídoto contra as trevas, e a terra o único lugar firme perante a insegurança do mar, o farol não pode deixar de ser o símbolo da esperança. De uma esperança que não desfalece nem mesmo quando a morte está próxima. Ora a verdade é que a morte está sempre próxima.
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Onde a Terra Acaba
História dos faróis Portugueses

domingo, abril 17, 2005

POINT MONTARA LIGHTHOUSE



On the rugged California coast, just 25 miles south of San Francisco, sits the Point Montara Fog Signal and Light Station.

Established in 1875, the historic lighthouse and turn-of-the-century buildings have been preserved and restored by Hostelling International - American Youth Hostels and California State Parks, in cooperation with the U.S. Coast Guard.

Location :
25 miles south of San Francisco on California Highway 1 between Montara and Moss Beach, look for hostel signs.
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Fotografia Don

sábado, abril 16, 2005

A PESCA DE ARRASTO



A pesca de arrasto consiste em arrastar uma rede pesada pelo fundo do mar, capturando qualquer tipo de peixe. O problema, alerta a coligação, é que apanha também algas, corais, esponjas e outras espécies sem interesse comercial mas importantes para o equilíbrio do ecossistema.

Além disso, esses recifes de coral têm um ritmo de crescimento muito lento. "Se os corais foram danificados, podem levar centenas de anos a recuperar ou podem nem mesmo recuperar", disse Alex Rogers, da British Antartic Survey (Bas) à BBC online.

Actualmente existem onze países que utilizam a pesca de arrasto, entre eles Portugal, Espanha, Rússia e Nova Zelândia.

Os especialistas receiam que este tipo de actividade destrua os corais antes dos investigadores terem tempo para os estudar.

quinta-feira, abril 14, 2005

LONELY BOAT



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Fotografia Ahmet