segunda-feira, abril 18, 2005

SINAL DE ESPERANÇA



Página de rosto do Alvará Pombalino de 1758, primeiro sinal de um esforço organizado tendente a dotar as costas do país de uma cobertura luminosa condigna.

Se a luz é o único antídoto contra as trevas, e a terra o único lugar firme perante a insegurança do mar, o farol não pode deixar de ser o símbolo da esperança. De uma esperança que não desfalece nem mesmo quando a morte está próxima. Ora a verdade é que a morte está sempre próxima.
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Onde a Terra Acaba
História dos faróis Portugueses

domingo, abril 17, 2005

POINT MONTARA LIGHTHOUSE



On the rugged California coast, just 25 miles south of San Francisco, sits the Point Montara Fog Signal and Light Station.

Established in 1875, the historic lighthouse and turn-of-the-century buildings have been preserved and restored by Hostelling International - American Youth Hostels and California State Parks, in cooperation with the U.S. Coast Guard.

Location :
25 miles south of San Francisco on California Highway 1 between Montara and Moss Beach, look for hostel signs.
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Fotografia Don

sábado, abril 16, 2005

A PESCA DE ARRASTO



A pesca de arrasto consiste em arrastar uma rede pesada pelo fundo do mar, capturando qualquer tipo de peixe. O problema, alerta a coligação, é que apanha também algas, corais, esponjas e outras espécies sem interesse comercial mas importantes para o equilíbrio do ecossistema.

Além disso, esses recifes de coral têm um ritmo de crescimento muito lento. "Se os corais foram danificados, podem levar centenas de anos a recuperar ou podem nem mesmo recuperar", disse Alex Rogers, da British Antartic Survey (Bas) à BBC online.

Actualmente existem onze países que utilizam a pesca de arrasto, entre eles Portugal, Espanha, Rússia e Nova Zelândia.

Os especialistas receiam que este tipo de actividade destrua os corais antes dos investigadores terem tempo para os estudar.

quinta-feira, abril 14, 2005

LONELY BOAT



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Fotografia Ahmet

quarta-feira, abril 13, 2005

CASTLE HILL LIGHTHOUSE



To help mariners through the East Passage of Narragansett Bay, Congress authorized $10,000 for the erection of a fog signal at Castle Hill in 1875. A year earlier the famous Harvard professor and zoologist Alexander Agassiz had built a large summer cottage at Castle Hill on the very property where the government wanted to put the signal.

Agassiz refused to sell his property. He and other local landowners did not want a fog bell sounding "at their very doors." In 1886 a lighthouse was proposed along with the fog bell at Castle Hill.


Agassiz finally sold a portion of his land to the Government, but then refused to grant the Government the right to pass through his property to the lighthouse site. Castle Hill is steep and rocky, and landing by boat is difficult. In 1888 Agassiz finally granted the right-of-way and construction began the following year.

terça-feira, abril 12, 2005

ULTIMA MANGA



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Fotografia Cory

segunda-feira, abril 11, 2005

AZENHAS DO MAR



Um pouco mais a norte de Sintra, ficam as Azenhas do Mar, um autêntico postal ilustrado, em que as casas descem em cascata pelo declive da arriba até ao mar.
A Sul, na Praia Grande, podemos divertir-nos a contar as 66 pegadas de dinossauros.

domingo, abril 10, 2005

PARADISE



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Fotografia Maria

sábado, abril 09, 2005

sexta-feira, abril 08, 2005

O PASSAR DE UM NAVIO



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Fotografia An

quinta-feira, abril 07, 2005

OCEANO NOX



Junto do mar, que erguia gravemente
A trágica voz rouca, enquanto o vento
Passava como o voo dum pensamento
Que busca e hesita, inquieto e intermitente,
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Junto do mar sentei-me tristemente,
Olhando o céu pesado e nevoento,
E interroguei, cismando, esse lamento
Que saía das coisas, vagamente...
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Que inquieto desejo vos tortura,
Seres elementares, força obscura?
Em volta de que ideia gravitais?
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Mas na imensa extensão, onde se esconde
O Inconsciente imortal, só me responde
Um bramido, um queixume, e nada mais...
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Antero de Quental
Fotografia Damir

quarta-feira, abril 06, 2005

terça-feira, abril 05, 2005

BERLENGAS



Localizado a 5,7 milhas de distância do Cabo Carvoeiro, é composto por 3 grupos de ilhéus: Berlenga Grande, e recifes adjacentes, Estelas e Farilhões-Forcadas, todas de natureza geológica diferente da costa portuguesa.

A Berlenga Grande é a maior e única onde se pode viver tem uma área de 78,8 ha.

Possuía um clima que é influenciado por dois tipos de influências climáticas: a atlântica e a mediterrânea, o que proporciona características faunísticas e florísticas que fazem deste arquipélago um ecossistema único no mundo, derivado destes pontos foi criada a Reserva Natural da Berlenga em 03 de Setembro de 1981.

Chamada de Ilha de Saturno pelos historiadores da antiguidade, encerra esta muitas histórias, foi visitada e povoada por romanos, vikings, piratas ingleses, mouros e ingleses.

Em 1513 os monges da Ordem de S.Jerónimo fundaram o mosteiro da Misericórdia, que durante anos foram atacados por corsários até que foi votado ao abandono existindo hoje apenas uns muros e pedras soltas, onde foi construído o Restaurante Mar e Sol que se encontra no sitio exacto.

Mais tarde foi mandada erguer pelo Rei D.João IV a Fortaleza de S. João Baptista que viria a ser palco de inúmeras batalhas, até que em 1847 acabou por ser abandonada.

Neste arquipélago existem plantas que não existem em mais nenhum local do planeta que é o caso da Armeria berlengensis e Pulicaria microcephala.

Quanto à fauna são poucas as espécies de vertebrados não voadores presentes na ilha, sendo o caso da lagartixa de Bocage e sardão que se encontra em perigo devido a vários factores tais como o aumento de gaivotas, o coelho bravo e o rato-preto.

No caso de aves existem várias espécies que nidificam neste, tais como o corvo-marinho, pardela, várias espécies de gaivotas, o airo, entre outras não marinhas. Mas é no mar que está a maior riqueza do arquipélago, com as suas águas biologicamente ricas e que devem ser visitadas pois na costa portuguesa não se encontra igual.

Existem várias empresas que efectuam o transporte para a ilha, o qual está condicionado a 350 pessoas no total estipulado pela Portaria 270/90 de 10ABR.

Onde pernoitar:

Área de Campismo, Fortaleza e Restaurante Mar e Sol.

Pontos de interesse:
Trilho da natureza, pequena praia, visita às grutas, Fortaleza, mergulho, pesca à cana.
Restrições: Caça submarina, obrigatório andar nos trilhos, motos de água, animais e plantas.
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Reserva Natural da Berlenga

domingo, abril 03, 2005

NO FUNDO DO MAR



Quando te encontrares no fundo do mar
a recolher os cacos do teu coração
não te esqueças
que o amor ainda flutua a superfície
do mar...

e a dor ?

Isso é o que trazes na tua bagagem
Como estilhaços que flutuam no ar
e te atingem, assim . . .

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Poema Autor Desconhecido
Fotografia Craig

sexta-feira, abril 01, 2005

WAITING



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Fotografia Anónimo

quarta-feira, março 30, 2005

MARINHA MERCANTE



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Fotografia Allaattin

terça-feira, março 29, 2005

GARRAFA NO MAR



Em julho de 1995, li na revista Terra uma reportagem que me fascinou: duas garotas americanas, de férias em uma praia da Carolina do Norte, jogaram uma garrafa no mar com bilhetes dentro.

Sete meses depois, a garrafa foi achada por um garoto francês na costa da Bretanha. Achei aquilo sensacional! Pela ação das correntes marítimas, o minúsculo objeto atravessou o Atlântico e aproximou adolescentes de dois continentes, que não falavam o mesmo idioma. Isso numa época em que se navega nas ondas da internet com incrível rapidez...

Guardei a matéria e a reli inúmeras vezes pensando em escrever uma história sobre o tema. Na verdade, o que eu queria era refletir sobre a relação das pessoas com a tecnologia.
Penso que as máquinas existem para nos ajudar a viver melhor – ou, pelo menos, deveria ser essa sua função. Mas tem muita gente que se relaciona mais facilmente com o computador do que com a família...

Como não entendo nada de correntes marítimas, fui bater à porta de um oceanógrafo da Universidade de São Paulo (dr. Belmiro Mendes de Castro Filho, a quem agradeço no livro) e lhe perguntei de que ponto da costa brasileira minha personagem poderia jogar uma garrafa.
E até onde a garrafa chegaria. Ele me recebeu superbem e me deu uma aula sobre o assunto. Fiquei sabendo que o lugar ideal para o lançamento era o Nordeste – Ceará ou Rio Grande do Norte. E os destinos poderiam ser muitos: África, Golfo do México, Caribe, Nova Zelândia.

Quando o dr. Belmiro mencionou esse país, decidi que seria lá que a garrafa de Nara chegaria.
Escolhi jogá-la em Natal, porque conheço bem a cidade. É onde mora meu amigo Vavá (Valdemar Pedreira Filho, que inspirou o professor Valdir). Quanto à Nova Zelândia, estive lá fazendo uma reportagem para a revista Claudia em 1991 e me encantei com as belezas do país. Dr. Belmiro calculou o tempo que a garrafa demoraria para fazer o percurso: três anos. Era perfeito para o efeito que eu pretendia: entre 12 e 15 anos, uma garota muda muito!
Foi uma curtição escrever Uma garrafa no mar e, mais ainda, vê-lo ilustrado por Maurício Negro, que eu não conhecia.

Aproveitando fotos e mapas que eu lhe dei, ele fez várias colagens e criou ilustrações lindas!

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Texto Brasileiro

Isabel Vieira

Fotografia Paul

segunda-feira, março 28, 2005

A FAINA



Para ser grande, sê inteiro:nada
teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Pôe quanto és
no mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
brilha, porque alta vive.

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Ricardo Reis
Fotografia Bojan

sexta-feira, março 25, 2005

FAROL CABO MONDEGO, FIGUEIRA DA FOZ



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Fotografia José Luis Sousa
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FINISTERRA FEITO PELOS SEUS VISITANTES
Esta magnifica fotografia foi enviada por José Luis Sousa http://abeiramar.blogspot.com da Figueira da Foz.
O José Luis tem um album de fotografias soberbas, que é obrigatório visitar.
Obrigado José Luis pela colaboração e por ser visitante assíduo do Finisterra.

quinta-feira, março 24, 2005

A QUEDA DE UM FAROL






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Fotografia Jan