quinta-feira, dezembro 02, 2004
quarta-feira, dezembro 01, 2004
terça-feira, novembro 30, 2004
domingo, novembro 28, 2004
CABO ESPICHEL
Coordenadas do ponto central
Longitude W 9 ° 11 ' 44 ''
Latitude N 38 ° 25 ' 10 ''
Área 3415,78 ha
Altitude
Mínima -20 m
Máxima 175 m
Média 100 m
sexta-feira, novembro 26, 2004
quinta-feira, novembro 25, 2004
quarta-feira, novembro 24, 2004
FORTE DE COPACABANA

Em 1908, durante o governo do Presidente Afonso Pena, foi lançada a pedra fundamental do que hoje conhecemos como Forte de Copacabana.
Para a construção deste Forte, foi demolida a Igrejinha de Nossa Senhora de Copacabana, que deu origem ao nome do bairro.A construção durou 6 anos (1908-1914) e foi ocupada por seis Baterias de Artilharia.
O fato mais marcante da história do Forte foi o Movimento Tenentista, ocorrido em 1922. Liderados pelos tenentes Antonio de Siqueira Campos e Eduardo Gomes, um grupo de jovens militares rebelou-se contra a República Velha.
O episódio deu início à revolução dos Tenentes - ou Tenentista que estendeu-se até 1929 em várias partes do Brasil. Desde 1986, o Forte passou a ser sede do Museu Histórico do Exército. Aos domingos e feriados o museu abre seus portões para passeio ciclístico.
O museu atende aos estudantes, pesquisadores e estagiários, nas áreas de museologia, história e restauração.
domingo, novembro 21, 2004
quarta-feira, novembro 17, 2004
quarta-feira, novembro 10, 2004
terça-feira, novembro 09, 2004
domingo, novembro 07, 2004
O QUE O MAR NOS DÁ
Se eu tivesse de comer uma coisa até morrer -
ou se pudesse até - seria marisco.
Só marisco. Marisco cozido em água do mar.
Tenho em mim a ideia romântica que mesmo
Só marisco. Marisco cozido em água do mar.
Tenho em mim a ideia romântica que mesmo
depois da invenção do fogo,
mas antes da descoberta sequer do sal.....
já se podia comer um lavagantezinho..
É porque a nossa origem atlântica, remota e autêntica,
colide com a nossa direcção mediterrânea,
recente e criativa.
A simplicidade da água, do sal e do fogo foi sendo
mas antes da descoberta sequer do sal.....
já se podia comer um lavagantezinho..
É porque a nossa origem atlântica, remota e autêntica,
colide com a nossa direcção mediterrânea,
recente e criativa.
A simplicidade da água, do sal e do fogo foi sendo
progressivamente ultrapassada pela complexidade
imposta pelas culturas temperadas,
em todos os sentidos,
que nos dominam.
É nos mariscos, benditos, que a nostalgia real desses tempos agrestes,
É nos mariscos, benditos, que a nostalgia real desses tempos agrestes,
de mares batidos e tempestades, antes de Romanos e Árabes nos ensinarem a cozinhar, pode ainda hoje encontrar uma satisfação multimilenar.
É no camarão cozido em água do mar, num barco ou na praia - que não precisa de mais nada - que os Portugueses se podem reencontrar com a natureza distante que os originou.
O homem teve de descobrir o fogo para começar a alambazar-se...
É no camarão cozido em água do mar, num barco ou na praia - que não precisa de mais nada - que os Portugueses se podem reencontrar com a natureza distante que os originou.
O homem teve de descobrir o fogo para começar a alambazar-se...
Miguel Esteves Cardoso
"Explicações de Português"
quinta-feira, outubro 28, 2004
TODO AZUL DO MAR

Foi assim como ver o mar
a primeira vez que meus olhos
se viram no seu olhar
Não tive a intenção
de me apaixonar
Mera distração e já era
momento de se gostar
Quando eu dei por mim
nem tentei fugir
do visgo que me prendeu
dentro do seu olhar
Quando eu mergulhei
no azul do mar
sabia que era amor
e vinha pra ficar
Daria pra pintar
todo o azul do céu
Dava pra encher o universo
da vida que eu quis pra mim
Tudo o que eu fiz
foi me confessar
escravo do seu Amor
livre para amar
Quando eu mergulhei
fundo nesse olhar
fui dono do mar azul
de todo o azul do mar...
Flávio Venturini / Ronaldo Bastos
quarta-feira, outubro 27, 2004
terça-feira, outubro 19, 2004
quarta-feira, outubro 13, 2004
domingo, outubro 10, 2004
quinta-feira, outubro 07, 2004
quarta-feira, outubro 06, 2004
terça-feira, outubro 05, 2004
BARCA BELA

Pescador da barca bela,
Onde vais pescar com ela,
Que é tão bela,
Ó pescador?
Não vês que a última estrela
No céu nublado se vela?
Colhe a vela,
Ó pescador!
Deita o lanço com cautela,
Que a sereia canta bela...
Mas cautela,
Ó pescador!
Não se enrede a rede nela,
Que perdido é remo e vela
Só de vê-la,
Ó pescador!
Pescador da barca bela,
Inda é tempo,
foge dela,
Foge dela,
Ó pescador!
Almeida Garrett
sexta-feira, outubro 01, 2004
quinta-feira, setembro 30, 2004
THE SEA

It would not be a poem
what I am going to say
Neither I know if it is worth
To try to describe you
The Sea
The Sea
Here I have been standing
Only to be able to see it
And I've been getting older
Never understanding it
The Sea
The Sea
Pedro Ayres de Magalhães
Foto: Vitor Camara "Ondas"
domingo, setembro 26, 2004
sexta-feira, setembro 24, 2004
quinta-feira, setembro 23, 2004
quarta-feira, setembro 22, 2004
segunda-feira, setembro 20, 2004
domingo, setembro 19, 2004
sexta-feira, setembro 17, 2004
quinta-feira, setembro 16, 2004
LA LINEA DEL ECUADOR

Es la línea imaginaria que divide a la Tierra en dos: el hemisferio Norte y el hemisferio Sur. También se la conoce como el paralelo de origen (0°).
Los paralelos son circunferencias perpendiculares al eje terrestre, con orientación este-oeste cuyo tamaño va disminuyendo, hasta convertirse en un punto en los polos. A partir del paralelo ecuador, se establecieron 90 grados hasta el polo norte y 90 grados hasta el polo sur. Norte (+90°) y Sur (-90°).
Origen del nombre
Ecuador: círculo máximo en la superficie de un cuerpo, definido por la intersección de la superficie con el plano del ecuador.
Plano del ecuador: plano que pasa a través del centro del cuerpo y es perpendicular al eje de rotación.
Ecuador celeste: proyección del ecuador terrestre sobre la esfera celeste.
Ecuador galáctico: Círculo máximo tomado en el medio de la galaxia llamada Vía Láctea.
Ecuador terrestre: Círculo máximo que equidista de los polos de la Tierra.
La palabra ecuador proviene del latín aequator cuyo significado es igualador. Tiene su origen en aequitas (equidad), (el diptongo ae se pronunció e en el bajo latín), y forma parte de un grupo léxico bastante amplio, que mantiene constante su significado original.
Muy probablemente, aequitas provenga del griego eoicós, que significa "parecido", del cual deriva el adjetivo aequus, con el mismo significado, pero tendiendo preferentemente hacia el significado de "igual"(aequalis), y derivando de ahí el resto de significados:
Aequalitas (igualdad), aequánimis (ecuánime), aequatio (igualación, ecuación), aequator (igualador, ecuador), aequilibrium (equilibrio, igual peso).
El contrario es iníquitas (iniquidad) y su adjetivo inícuus (inicuo), que se emplean con un valor bastante más extenso.
Quito en la mitad del mundo
Primera Misión Geodésica.
Una Primera Misión Geodésica llegó a la Real Audiencia de Quito en 1736.
Conformada por los franceses Pedro Bouger, Luis Godin y Carlos María de la Condamine; los españoles Jorge Juan y Antonio de Ulloa, y el quiteño Pedro Vicente Maldonado debía o pretendía comprobar de manera científica la redondez de la Tierra.
Luego de la visita de la Misión, cuyos estudios duraron nueve años, se empezó a llamar al territorio de los alrededores de Quito como "Tierras del ecuador", tomando como referente al paralelo aequator (igualador o ecuador) que divide al planeta en dos hemisferios.
Una segunda misión arribó a suelo quiteño en 1802, encabezada por el francés Charles Perrier, y se establece en la región y corroboró los datos obtenidos por el primer grupo de investigadores.
En 1836, cuando el país ya era independiente desde 1835 y se llamaba oficialmente Ecuador, el geógrafo ecuatoriano Luis Tufiño ubicó los hitos dejados por la Primera Misión y para conmemorar la visita de la expedición científica se erigió un obelisco de diez metros de altura en San Antonio de Pichincha, el cual fue luego trasladado a Calacalí por el Consejo Provincial.
Como corolario, se puede establecer claramente que el país Ecuador debe su nombre a que por su territorio pasa el paralelo cero, llamado ecuador. Como contrapartida, también se puede establecer que el paralelo cero no debe su nombre al país.
El nombre ecuador (aequator) para el paralelo cero es anterior al establecimiento oficial de la república del Ecuador.Ecuador, el país, adoptó ese nombre cuando se declaró independiente, en 1835.
terça-feira, setembro 14, 2004
segunda-feira, setembro 13, 2004
sábado, setembro 11, 2004
terça-feira, setembro 07, 2004
segunda-feira, setembro 06, 2004
domingo, setembro 05, 2004
UM CRUZEIRO POR AÍ

Para dar a despedida ao verão e as boas vindas ao outono, uma semana ou 10 dias num cruzeiro, era mesmo o que vinha a calhar. Mas o ideal era mesmo partir com rumo ás Caraibas ficar por lá uns dias e então regressar.
quinta-feira, setembro 02, 2004
quarta-feira, setembro 01, 2004
domingo, agosto 29, 2004
SURF


Perdido no meio de uma imensidão de água, encalhado na mais fina areia, o sonho persegue a sua similitude na realidade. O esforço nunca é em vão, porque as marés vêm e vão, as ondas desfazem a monotonia das águas e as areias impedem o repouso dos conformados.
...
...
SSD Surf Sopas e Descanso
quinta-feira, agosto 26, 2004
segunda-feira, agosto 23, 2004
domingo, agosto 01, 2004
domingo, julho 11, 2004
O DESCANSO DO GUERREIRO

Palavras para quê...
Quando o cansaço é mais forte, qualquer posição e local é bom para repor os niveis... e descansar!
segunda-feira, julho 05, 2004
NAVEGAR NO GELO

Uma boa sugestão para as férias do ano que vem ...
Navegar até ao Circulo Polar Árctico!
sexta-feira, julho 02, 2004
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